Apresentação

“Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível.” – Carl Jung.

Olá.
Seja bem vindo(a).
Espero que goste.
Luz, Paz e Alegria sempre.

Elizabeth.

sábado, 4 de dezembro de 2010

A VIDA





Por Elizabeth de Fátima Souza – Psicoterapeuta reencarnacionista e TVP.


Cada vez mais, os pacientes querem conversar sobre o que é a vida, sobre o que estão fazendo aqui, para o que vivem e a maioria questiona-se qual a sua Missão!

A Missão ou o objetivo de qualquer pessoa que por aqui esteja é o mesmo, ou seja, a auto-evolução. E isso, que parece óbvio, tem implicações muito profundas, pois evoluir significa a melhoria das nossas características pessoais, morais e éticas, a partir de uma elevação do nosso nível de consciência.

Quase todas as pessoas afirmam saber disso, raríssimas discordam, mas se todas ou quase todas sabem disso, acreditam realmente que devem evoluir e se afirmam boas pessoas, honestas, bem intencionadas, então por que os con­sultórios estão cheios, por que tantas doenças físicas, por que tanta rinite, asma, câncer, AIDS, infartos, úlceras, reumatismos, derrames cerebrais, por que tantos distúrbios emocionais e mentais? Algo está errado, pois a teoria e a prática não estão combinando.

Existem muitas maneiras de se perder na vida, algumas tão disfarçadas e de aparência tão inocente que nem parecem inconvenientes. Alguns hábitos, procedimentos ou costumes, pessoais, fami­liares e sociais, estão tão arraigados ao nosso cotidiano que nem de longe percebemos que nos são prejudiciais e, por outro lado, coisi­nhas aparentemente irrisórias, bobagenzinhas descartadas, teriam a capacida­de de nos colocar no rumo certo.

O meu nome é Elizabeth de Fátima Souza, sempre afirmei isso, seria até capaz de jurar que sou a Elizabeth de Fátima Souza, fui registrada assim, está em todas as minhas identidades, sempre que me inscrevo em algo, coloco esse nome, todos me chamam assim. Não há dúvidas, eu sou Elizabeth de Fátima Souza! Certo?

Errado. Na realidade eu estou Elizabeth de Fátima Souza.

Só descobri o que é a Vida, quando entendi esta verdade.

Antes de eu "nascer", já existia em Essência. Em regressões a algumas encarnações pas­sadas me vi como índia, cigana, nobre, negra, homem, etc. eu era a Elizabeth?

Certamente não, mas era Eu, com certeza. 

A minha Consciência já habitou “cascas” diferentes, de nomes diferentes, em épocas diferentes, e o que havia de comum em todas elas? A minha Essência, a minha Consciência, que as religiões chamam de Espírito, o meu verdadeiro EU.

Então eu sou Elizabeth? Não, eu sou anterior a Elizabeth, e posterior também.

Eu sou eterna, a “casca” ELIZABETH é temporária. Mantendo este raciocínio, eu estou mulher, estou mãe de meus filhos que também não são, mas estão e estou terapeuta.

Todos estamos em cascas temporárias, vivenciando rótulos passageiros, com uma missão única e em comum: a evolução da nossa Essên­cia (ou Consciência ou Espírito), que é feita através de nós quando estamos aqui.

O que se adquire na Terra, se cura na Terra.

Não somos o que pensamos ser, tampouco os rótulos que su­pomos ter.

No dia em que desencarnamos (“morte”) nos libertamos do veícu­lo físico e, com isso, do aparente absolutismo das relações familiares, como estão estruturadas, desde a relação da nossa Essência com as ilusões da nossa Personalidade Inferior, até as relações ilusórias com tudo o mais, incluindo as pessoas.

Lembram-se de Maya, a deusa da ilusão?

A Psicoterapia Reencar­nacionista apregoa a profunda libertação dos grilhões das ilusões da personali­dade inferior e temporária, que tem a duração de uma encarnação.

Continuando poderíamos perguntar, porque sofremos?

A Psicoterapia Reencarnacionista quer mostrar que o grande erro é acre­ditar que somos o que não somos, ou seja, acreditarmos nas ilusões da nossa personalidade inferior e não acessarmos nossas metas e objetivos pré-reencarna­tórios.

O terrível engano é vivermos para o temporário quando deveríamos viver para o eterno.

Vivemos sob a crenças e exigências do EGO, reverenciamos o MEU, MINHA, somos egoístas e individualistas, nos afastamos do TODO enquanto o EU SUPERIOR acredita em NÓS e NOSSO e quer viver para o TODO.

Tememos a morte porque o EGO sabe que deixará de existir, o EU SUPERIOR não teme, pois já viveu antes em outras personalidades.

O ego cria e alimenta a doença, o Eu Superior cura.

Então, quem deve estar no comando de nossa passagem terrena? Quem deve ser o líder?

A Essên­cia, certamente. Mas o que acontece quando o Ego rouba este lugar e assume o comando?

A Psicoterapia Reencarnacionista quer relembrar a perso­nalidade inferior que existe um caminho que leva ao EU SUPERIOR e FACILITAR A HARMONIA ENTRE OS DOIS.

Você tem cuidado do teu Mestre Interior, tem estado em contato com teu Eu Superior?

A Psicoterapia Reencarnacionista, que é a Terapia da finalidade e do aproveitamento da encarnação, quer mostrar o quanto temos sido egoístas e irresponsáveis, e promover esse encontro.

A partir do momento em que a personalida­de inferior e o Eu Superior se reencontram, se religam, e por méritos hierárquicos o verda­deiro líder assume o comando, as coisas começam a mudar em nossa vida.

Os valores paulatinamente vão se modificando, os objetivos e as metas, tão ansiosamente buscados, mudam de importância, pois o que interessa à personalidade inferior pode parecer extremamente supérfluo e fútil para a sua Sabedoria Interna e coisas miúdas, antes ignoradas, banais, passam a assumir proporções enormes, pois o que interessa fortemente à Essência, às vezes parece bobagem para a personalidade inferior, presa em suas ilusões terrenas.

A re-conexão entre o Eu Inferior (temporário) e o Eu Superior (eterno) é o que propõem todas as religiões, e o religar-se com o Superior, com Deus, passa por encon­trar o seu Propósito e entender o signifi­cado e os objetivos de uma reencarnação, vivida por uma persona apa­rente e passageira.

Quando nós reencarnamos, viemos com planos e metas traçadas, sabe­mos por que estamos necessitando dessa nova passagem por aqui, por um plano dimensional denso, e, portanto, de um corpo físico, que nos sirva de veícu­lo nessa passagem.

Sabemos o que temos de aprender, o que temos de cor­rigir, o que devemos melhorar, o que precisamos alcançar, aonde queremos chegar. Sabemos que encontraremos situações difíceis pelo caminho e que elas é que nos possibilitarão evoluirmos e alcançarmos nossos objetivos. Sabemos quem são os nossos denominados pais, onde estamos chegando e por que, e temos noção de um projeto idealizado por nós mesmos para nossa passagem por aqui. Mas a partir do momento em que o espermatozóide do nosso eleito pai fecunda o óvulo da nossa eleita mãe, começam os problemas.

Durante o tempo em que estamos formando nosso veículo físico dentro do útero materno, a par­tir de um Molde Psicobiológico, temos plena consciência do que acontece com os nossos pais, o que acontece entre eles, e em relação a nós, isso ocorre porque o corpo físico está se formando dentro do útero, mas a Consciência está lá fora, no corpo astral e que aos poucos vai perdendo a consciência de sua origem, de sua Essência, e vai incorporando gradativamente as ilusões da personalidade temporária, o em­brião da sua personalidade inferior.

Então começa a esquecer seu plano pré-reencarna­tório com aquele pai, com aquela mãe, com aquela família, com aquela situa­ção, e começa a passar o comando para o seu Ego, que tem a ilusão de que as coisas estão começando, esquecido de quem é realmente e de quem fo­ram eles em tempos outros.

Um Ser (Espírito) em um corpinho de nenê, quando nasce, não é um livro em branco, ele traz uma bagagem enorme de outras passagens por este e outros planos dimensionais e traz também uma bagagem daqueles meses de vida intra-uterina.
O somatório disso tudo, mais o que vai percebendo e assimilando nos primeiros tempos do agora constituirá o que o Dr. Bach, criador da Terapia Floral, chama de personalidade inferior, e que é se­melhante à das encarnações anteriores, ou seja, uma continuação, piorada ou me­lhorada pelas atuais circunstâncias.

As memórias pretéritas, as memórias da vida intra-uterina e dos primei­ros anos de vida extra-uterina permanecem no Inconsciente e so­mente o que acontece mais tarde passa a ficar registrado no Consci­ente.

Como isso que jaz oculto reforça uma maneira congênita de pensar, sentir e agir gera-se uma estrutura tão complexa que, devido à insegurança existencial decorrente, as ilusões da personalidade inferior tor­nam-se mais e mais fortes e acabam dominando a situação.

Nós passamos a funcionar como se fôssemos realmente isso que parecemos, todos nos cha­mam por aquele nome, em casa, na rua, no colégio, nos documentos de iden­tidade e pronto, está constituída a Grande Ilusão.

A solução é ver por trás das ilusões, reencontrar-se com suas metas pré-reencarnatórias e permitir que o verdadeiro líder assuma o comando.

Texto adaptado do curso de Psicoterapia Reencarnacionista – Dr Mauro Kwitko.

terça-feira, 23 de novembro de 2010


  
Recomeçar

Não importa onde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida e, o mais importante...
ACREDITAR EM VOCÊ DE NOVO...

...Onde você quer chegar? Ir alto?
Sonhe alto... Queira o melhor do melhor...
Se pensarmos pequeno...
Coisas  pequenas teremos...
Mas se desejarmos fortemente o melhor
e principalmente, lutarmos pelo melhor...
O melhor vai se instalar em nossa vida.
Porque sou do tamanho daquilo que vejo,
e não do tamanho da minha altura.

Carlos Drummond de Andrade.






domingo, 21 de novembro de 2010

A verdadeira Cura





A verdadeira cura é a arte de viver.

Viver em plenitude, alegria e harmonia, trilhando o caminho da Unidade (afinal, Somostodosum).

Buscamos a cura externamente, consultamos médicos, técnicos e terapeutas ansiando por diagnósticos para o que sentimos, suspirando ao ouvirmos resumido em poucas palavras o significado de nossas dores.

Então reagimos com alívio, desespero ou desalento.

Buscamos rótulos, receitas, reforçando o pensamento cartesiano, totalmente inadequado aos novos tempos. Então, nova batalha: a procura de tratamentos. “Agora que sei o que tenho é preciso encontrar o remédio certo; aí, tudo vai ficar bem”...

Progredimos muito, tivemos grandes conquistas, com certeza por merecimento, pois evoluímos em muitos aspectos, porém no que diz respeito ao auto-conhecimento e à consciência da Unidade ainda temos muito o que aprender e vivenciar.

Esquecemos ou ignoramos que os nossos pensamentos e ações são a origem de tudo nesta e em vidas anteriores.

Nossas células nos obedecem e agem de acordo com o nosso estado emocional e com nossas crenças. Nosso corpo, na realidade, é um microcosmo, representação de um Cosmo Maior, cujas regras se reproduzem.

O corpo físico é o visível, palpável, mas muitas vezes ignorado. 

Nossos órgãos não entendem duplas mensagens, só a linguagem da harmonia e unidade. Quando recebem informações contrárias, quando as emoções, sentimentos e ações o sobrecarregam, desregulando as glândulas e os sistemas, a doença se instala.

Tomemos, por exemplo, o coração. Ele é o Sol de nosso corpo, nossa vida foi a ele confiada, é a sede do Amor Crístico e da compaixão que é o fio mais forte (ou deveria ser) o que nos liga uns aos outros.

Um herói que trabalha incessantemente bombeando cerca de cinco toneladas de sangue por dia, em harmonia com todos os outros órgãos companheiros. Ele não precisa do comando do cérebro para bater, uma vez arrancado de um corpo continua batendo durante algum tempo. É ele quem purifica o sangue enviando-o para os pulmões, recebendo de volta e redistribuindo para o restante do organismo; assim o cérebro recebe os nutrientes necessários ao comando do corpo.

O nosso querido amigo desenvolve um árduo trabalho e como os outros órgãos não tem crises de soberba, egoísmo, raiva ... pois sabe que todos são importantes e sua função principal é trabalhar em harmonia em prol da Unidade.

E nós como participamos? 

O que podemos fazer para auxiliar?

Manter uma dieta saudável, evitar o uso de substâncias tóxicas, desenvolver atividades físicas e equilibrar as emoções, além de manter vigilância sobre os pensamentos e transformar paradigmas ou crenças inadequadas. Pois a paz da mente e o bom funcionamento do cérebro dependem de tudo isso.

Vivenciar a respiração consciente também é importante, pois através dela aspiramos o princípio vital (chi, prana ou mana) nutridor do nosso sangue.

Não é sem fundamento o fato de que as doenças do sangue estão ligadas aos sentimentos de desalento e tristeza, pois o sangue sem vida e sem calor é daquele que perdeu a alegria, que não respira a vida.

Nas escrituras hindus encontramos a máxima:

“Quando o uso dos sentimentos é purificado, o coração se purifica. Quando o coração é purificado, existe uma constante lembrança do Eu superior. Quando existe uma constante lembrança do Eu superior, todos os vínculos são desfeitos e a liberdade espiritual é alcançada.”

O Cosmos inteiro está contido em cada uma das partes e o corpo é Unidade.

É preciso assumir este milagre que é a vida, ter a coragem de mudar, de retirar do nosso caminho o que nos impede de caminhar e buscar o nosso direito divino de Ser pleno e saudável.

Somente assim ocorrerá a verdadeira transformação e CURA.

Consumo consciente, um Ato de Amor

 

Várias pesquisas afirmam que a humanidade já consome 30% mais recursos naturais do que o planeta Terra é capaz de renovar. Se não mudarmos nosso padrão de consumo em cerca de 50 anos precisaremos de dois planetas para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos.

Consumir de forma consciente é saber que podemos afetar positiva ou negativamente o planeta e tudo o que nele habita.


As facilidades que temos com relação à eletricidade, acesso a água tratada, alimentos industrializados nos afastaram da percepção de que tudo isso resulta do uso dos recursos naturais, que são extinguíveis.

Nós brasileiros, por vivermos num país naturalmente rico, não nos preocupamos com a conservação de suas riquezas, tampouco com o impacto da construção de usinas hidrelétricas no aquecimento global ou com o fato de que 20% da energia utilizada vêm de usinas termoelétricas que utilizam carvão para produzir eletricidade, devastando as florestas.

Segundo o professor Luiz Pinguelli Rosa, da pós-graduação e pesquisa de engenharia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), as emissões de gases de efeito estufa mundiais (aqueles que contribuem para o aquecimento global) cresceram 80%, entre 1970 e 2004, e representavam, em 2004, 77% das emissões causadas por atividades humanas. Nesse período, o maior crescimento das emissões ficou com o setor de energia, que aumentou 145%. Apesar disso, segundo a agência internacional de energia (IEA), levando em consideração o ritmo atual, o consumo energético do mundo aumentará em 50% até 2030 (dados do Instituto Akatu).

Precisamos estar atentos, mudar hábitos, abrir mão de facilidades que a médio e longo prazo ajudarão a agravar a crise de consumo.


Algumas sugestões:

-Despertador elétrico - substitua pelo mecânico.

-Luz do quarto acesa - substitua por uma pequena lâmpada tipo abajur, o sono também agradece.

-Chuveiro elétrico - evite o desperdício de água e eletricidade, feche a torneira ao se ensaboar e demore o tempo suficiente paro asseio.

-Barbeador elétrico - troque pela lâmina ou aparelho de barbear.

-Cafeteira elétrica - volte ao velho e bom coador de pano.

-Lavar a louça com água quente da torneira elétrica - que tal um aquecedor solar?

-Utilize somente produtos eletroeletrônicos com o selo Procel (Programa de Conservação de Energia Elétrica), garantia de que consome menos energia elétrica do que outros semelhantes, que não têm selo.

-Fuja da síndrome do edifício enfermo, abra as janelas, deixe a luz e o ar circularem. Evite o uso constante de ar condicionado, a  geração de energia elétrica equivale a 300 kg de emissão de CO2 por ano, ou o equivalente à absorção de CO2 de 62 árvores nativas da mata Atlântica, por cada aparelho.


-Evite acender lâmpadas desnecessariamente.
-Vista-se de acordo com a temperatura ambiente, evitando o uso de ar condicionado e aquecedor.
-Utilize as escadas, melhora a saúde e diminui o consumo de energia dos elevadores.
-Não se esqueça de desligar ar-condicionado, ventilador e aquecedor sempre que for o último a sair do ambiente.
-Evite o consumismo utilizando tudo até o final de sua vida útil, você estará contribuindo para diminuir a demanda por energia, pois para produzir qualquer coisa, é preciso matéria-prima, água e energia.
-Use sempre lâmpadas fluorescentes que consomem menos energia, provocam menor calor, emitem cinco vezes menos CO2 e são mais duráveis.
-Tire da tomada os aparelhos que possuem o recurso de stand-by (TVs, DVDs, aparelhos de som, monitores, impressoras, etc.). O sistema de stand-by chega a responder por até 25% da energia consumida por alguns eletroeletrônicos. 

Divulgue esta idéia: "CONSUMO CONSCIENTE, UM ATO DE AMOR"
 
Você tem mais idéias para diminuir o consumo de energia? 
Coloque em prática, divulgue, participe, nós fazemos a diferença.

Como caminhamos na Terra?

  


Estamos vivendo um tempo de grandes mudanças climáticas, desmatamentos, poluição, super-crescimento populacional, restrições econômicas, desaparecimento de espécies animais, violência rural, violência urbana, falta de água e ...

Considerando a Terra nossa Nave Mãe, parece que o combustível está acabando.

Consumimos muito mais do que o planeta produz.

Há milênios estamos gastando as reservas de energia do planeta, não respeitando seus ciclos de regeneração e renascimento.

Perdemos a parceria com as estações, hoje poucos se dão conta de como a sabedoria dos ciclos manteve o equilíbrio hoje bastante comprometido.

Ouvimos diariamente sobre os perigos da devastação da Natureza, sobre a possibilidade cada vez mais próxima da extinção de todos os recursos naturais e conseqüentemente da nossa extinção.

Lemos as noticias, falamos à respeito, especulamos, mas o que concretamente fazemos?

Particularmente não acredito no Fim dos Tempos.

Creio no nascimento de uma nova forma de pensar. Nova?

Desculpe, nova não, antiga como a das civilizações que respeitavam os ciclos planetários, usavam sem desperdiçar e honravam tudo o que habita esse orbe.

Acredito na capacidade humana de amar, aprender, mudar e transformar.

Há alguns anos começamos a resgatar saberes e valores na busca de uma melhor compreensão da nossa participação na Unidade.

É tempo de reaprender com os Antigos.

Algumas nações indígenas, chamam Deus de "O Grande Mistério" e não questionam suas leis.

Acreditam no Pai Céu, na Mãe Terra, no Avô Sol, na Avó Lua, em uma família cósmica composta de todos os seres.

Sentem e sabem que o Universo foi criado e se mantêm por energias cósmicas superiores e que existe uma regra que permeia tudo e todos. Não ferir a UNIDADE.

Gaia, a Mãe Terra é um ser vivo que vibra, sente, intui, trabalha e alimenta todos seus filhos.

Ela nos ensina a todo o momento valores como compaixão, amor, respeito, doação e ainda não aprendemos.

A cada caminhada ou experiência de vida, somos brindados com o seu amor, pois tudo o que necessitamos dela provém. Recebemos, gastamos, usufruímos sem retornar, sem abençoar, sem honrar.

Não percebemos de que forma caminhamos pela vida, de que maneira tocamos os outros e somos tocados por suas Almas.

Não nos damos conta de que a nossa caminhada deixa marcas, e essas serão o nosso legado para as gerações futuras.

A primeira mudança que podemos vivenciar é diariamente atentar para os nossos passos, avaliar as atitudes e a forma como estamos nos relacionando com o planeta.

O que consumimos, desprezamos, desperdiçamos, não valorizamos.

Começar a experimentar um estilo de vida que busca mais simplicidade, menor consumo, mais tranqüilidade, maior respeito.

Vamos sinceramente responder a pergunta: Como caminhamos na Terra? 

Respondida a questão, assumir que é hora de mudar.

O planeta agradece.

VIAGEM AO REINO DO LÁ

                           
A busca pelas terapias como instrumentos curadores é uma realidade cada vez mais constante. 
Lembrando da tríplice dimensão humana, corpo/mente e espírito, do fato de que a doença não existe por si só, sendo consequência da história de vida de cada pessoa (herança genética, ambiente, alimentação, condições emocionais...) e considerando que a reação às medicações e terapias é singular, o que funciona para um não funciona da mesma maneira para outro.  
Pergunto: Qual o papel do terapeuta no processo de cura de uma pessoa?
É no território do inconsciente, NO REINO DO LÁ, que o terapeuta transita.  
Um reino que conhecemos em nosso íntimo e que exerce um grande poder sobre nós.  seus caminhos podem ser obscuros, tortuosos, intimidadores; temos medo de trilhá-los, de entender suas dinâmicas, regras e crenças.

  
Somos sempre lembrados de sua existência ao tomar atitudes que não sabemos explicar para nós mesmos, tampouco para os outros.
Quando perguntados sobre o porquê dessas ações, respondemos automaticamente:  Sei lá...  no REINO DO LÁ, estão as respostas.    
O terapeuta pode ser um companheiro na jornada até esse reino, auxiliando no clarear da escuridão e recordando ao "viajante" que a luz permanece acesa no interior de cada pessoa, sendo sua responsabilidade alimentá-la.
Ele se torna um espelho que reflete e clarifica para o terapeutizando o que está escondido. Mostrando que a verdadeira cura acontece de dentro para fora e que cada um deve se conscientizar de seu processo.
  
A posição de terapeuta não exige a anulação dos seus sentimentos, mas requer que tenha consciência de suas limitações e desejos para não influenciar ou orientar o paciente segundo suas projeções.


Só assim pode acolhê-lo e acompanhá-lo na busca por uma forma saudável de existir, construindo uma relação benéfica para ambos.
A psicoterapia, os florais, os aromas, os cristais, o Reiki, a  terapia de vidas passadas, são alguns  instrumentos de apoio ao processo terapêutico, facilitadores e sinalizadores importantes nesta transição.
Acredito que: "NINGUÉM CURA NINGUÉM." Somente a própria pessoa tem o poder de se curar.
A questão é que na maioria das vezes não há permissão interna para que o processo de harmonização e cura aconteça, e suas razões não são conscientes. 
Muitas doenças se originam do stress, da angústia e ansiedade que se formam no Inconsciente, nutridas por experiências, crenças e paradigmas negativos e restritivos, dos quais o indivíduo não se dá conta.
Acalmando a Mente consciente e criando um caminho na linha do Tempo para o Inconsciente podemos liberar as memórias reprimidas, buscar as causas ocultas de nossos desequilíbrios, trazê-las a luz da consciência, excluir e reorganizar nossos registros afetivos, sensoriais e emocionais.
A jornada é um desafio para terapeuta e terapeutizando, mas acima de tudo é uma oportunidade aprendizado mútuo, de relacionamento e crescimento.