Apresentação

“Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível.” – Carl Jung.

Olá.
Seja bem vindo(a).
Espero que goste.
Luz, Paz e Alegria sempre.
Elizabeth.

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segunda-feira, 16 de setembro de 2024

O cavalheirismo está em falta?



Está faltando cavalheirismo, gentileza e atenção, nos dias de hoje?

Pelo menos é uma das maiores queixas das mulheres.


Sou de uma geração onde o namoro, a conquista era permeada de pequenas e constantes gentilezas.


Um telefonema de bom dia, rosas, abrir a porta do carro, segurar sua sacola pesada, mimos e delicadezas.


Convites para jantares românticos, dançar de rostinho colado, coisas que deixavam um gosto de quero mais.


Hoje parece que o telefone se tornou obsoleto, mas é tão bom ouvir a voz de quem você gosta. 


Eu detesto torpedos, acho impessoal, um subterfúgio. 


Nem respondo, quer falar comigo? Telefone. 


A INTERNET pode aproximar mas também afastar.


Te admito, te excluo, pronto!


No consultório interajo com homens e mulheres com a mesma queixa: solidão, dificuldade de encontrar um parceiro amoroso.


Parece que estamos vivendo um impasse de falta de comunicação, mas este é um assunto para outra conversa. 


Lembrando que gentileza é bilateral e que uma relação é via de mão dupla.

Ninguém se relaciona sozinho.


Algumas concessões podem e devem ser feitas, mas nunca em detrimento da auto-estima e do respeito.


Se aceitamos menos do que merecemos estamos passando uma mensagem de menos valia, e o pior reforçando no outro um comportamento inadequado.


Mas fica a pergunta.


Será que um homem educado, cavalheiro já nasce pronto?

@souzaelizabethdefatimaterapias


quarta-feira, 17 de abril de 2024

"O COITADO DE MIM"

 
O vitimismo ou vitimização é a negação da capacidade humana de se relacionar.

Nossa postura na vida está diretamente ligada às relações sociais e afetivas, ou seja, o que somos e como nos relacionamos com os outros, família, trabalho, amigos, colegas, sociedade...

Sentir-se vítima é sentir-se esmagada pela realidade, ver o mundo como algoz ou um céu nublado com ameaça de chuva.

Entender a realidade de forma obliterada, escura, conectando-se mais com a Sombra do que com a Luz.

Sentir-se incapaz de encontrar um caminho para as soluções, andar em círculos e por conta desta falta de foco transferir para o outro, para as circunstâncias, para a Vida a responsabilidade de seus problemas.

Aliás, a vítima é perita em justificativas, procura dominar esta arte de reforçar sua condição, pois ao constantemente justificar-se transforma a causa real de suas dificuldades em injustiças e assim não cresce.

Passa a ser um imã que atrai o que não deve, o que não suporta, o que não dá certo.

Queixa-se de incompetência e é verdade, ela reside no fato de não assumir a responsabilidade de seus problemas.

Reclama muitas vezes da solidão, uma condição frequente, pois se torna energeticamente pesada, difícil de lidar, ao querer que os outros mudem, apontar, criticar e questionar sempre o próximo e não procurar conhecer a si mesma, investindo numa verdadeira MUDANÇA.

Tem a fantasia de que o outro é responsável por sua felicidade.

E como isto não é verdadeiro acontecem a decepção, a infelicidade, o sofrimento, a mágoa, o isolamento.

Chamamos a postura de vítima de “o Coitado de mim” que é uma persona, uma máscara usada para não assumir a realidade da forma como ela se apresenta.

Ela esconde o medo de crescer, de mudar, de assumir emoções, sentimentos, responsabilidades.

Nossas limitações e dificuldades não podem ser transferidas para o outro além disso, não temos controle sobre os relacionamentos, sobre a Vida.

Lidar com esta descontinuidade é o exercício maior para o crescimento emocional e espiritual.

As relações são bilaterais, assim como tudo no Universo é dual.

Somos Nós e tudo o que nos cerca.

Esta inter-relação é a base de tudo.

O "Coitado de mim" usa o outro para justificar as suas limitações e se acomoda na vitimação, usando-a como forma de controle.

É intolerante com a imperfeição, portanto renega o crescimento, pois não tolera cometer erros e viver é aprender por erros e acertos.

Sofre de constante tortura, consumindo-se no que acredita que deve ser, no que o outro deve fazer, no que deve acontecer.

Não aceita, nem respeita a liberdade de escolha, o tempo do outro, o outro como ele realmente é.

O mundo deve ser o que imagina e planeja, mais uma forma de evitar o contato com a realidade.

Acredita nas projeções e desejos que não vive, ou viveu.

A aparente fragilidade do “Coitado de mim” é perigosa, sob esta pseudodebilidade, esta falsa humildade, se esconde uma pessoa orgulhosa, perfeccionista e controladora.

Não se perdoa por não alcançar seu ideal de perfeição e estabelece então uma forma distorcida de comunicação e relacionamento com a Vida.

Ele é bom, os outros é que não prestam.

Ele sofre, porque os outros são errados.

Eles é que tem que mudar.

E o círculo se forma, a vítima sofre, seu sofrimento faz os outros sofrerem, e ficam todos enrodilhados nessa energia.

Esse drama na maioria das vezes é inconsciente.

Esta persona pode começar a ser usada muito cedo, na infância, quando as primeiras relações afetivas são construídas.

Dependendo de suas referências a criança começa a crer que o mundo é muito assustador, e a única maneira de agir aceitável é conseguir a simpatia através da culpa e das rejeições que espelha ou denuncia.

Acredita que não pode confiar nas pessoas, que cedo ou tarde terá decepções.

E por conta desta crença, atrai justamente o que teme.

O Universo responde produzindo a energia esperada e o drama se consolida.

A retomada do caminho do equilíbrio se dá com o empoderamento pessoal, a consciência da própria força para quebrar os elos desta armadilha.

Se posicionar como agente do seu destino, aceitar as diferenças, as dificuldades, crescer.

Sair do passado, focar no presente, entregar o futuro.

As dificuldades da Vida são necessárias ao nosso desenvolvimento. Nossas Almas caminham sempre na direção do aprendizado e crescimento através das diversas experiências, da vivência dos variados papéis.

Somos, filhos e filhas, irmãos e irmãs, pais e mães, avôs e avós e ...
Assim aprendemos, aparamos nossas arestas, lidamos com as frustrações,com as alegrias, as tristezas, as conquistas.

Só podemos crescer naquilo que nos pertence, o caminho da evolução é individual e de competência própria.

@souzaelizabethdefatimaterapias

 

 

segunda-feira, 20 de março de 2017

CÍRCULO DE JOVENS – CONSCIÊNCIA, APRENDIZADO E TRANSFORMAÇÃO


Com Elizabeth de Fátima Souza terapeuta de família e comunitária, terapeuta floral, aromaterapeuta, mestra de Reiki e facilitadora de círculos de mulheres e casais.

Data: das 18 horas do dia 28 de abril de 2017 às 17 horas do dia 30 de abril de 2017.
Local: Sítio do Beija-flor, Córrego Dantas – Nova Friburgo – RJ.
Número de vagas: seis.
Idade: 17 a 21 anos, ambos os sexos.

TEMAS

Eu e minha família: O que trago e o que estou descobrindo e construindo.

Eu e minha relação com a espiritualidade e materialidade: Corpo, Mente e Alma!

O ciclo da vida: nascimento, crescimento e os ritos de passagem.

Eu e minhas relações: “Um ego maduro é aquele que é flexível. Aquilo que enxergamos nos outros, ou seja, a interpretação de uma atitude é reflexo de como nosso interior entende aquilo”. Jung.

Eu e minhas emoções: “Se você considerar que dentro do potencial positivo existe o negativo e dentro do negativo, um potencial positivo, você pode usar as duas polaridades para construir algo. A maneira de enxergar é que faz a diferença.” Jung.

Visão de mundo: Ecologia interior, saúde pessoal, holística e planetária.

Autocuidado: Limpeza e energização da AURA.

Reconexão com a Natureza: Desejos, sonhos e metas. Construção individual da seta de intenções.

Comunicação não violenta: Ter empatia com outra pessoa abre a porta para entendimento e conexão profundos. A Comunicação Não Violenta nos mostra não só como nos conectarmos com nossas necessidades, mas também como ouvir o que está por trás daquilo que os outros falam, independentemente da maneira como se expressem.

Atividades: dinâmicas de grupo, vivências individuais, meditação, roda de conversa ...
Recursos: essências florais, óleos essenciais, filmes, material de arte, músicas.

Investimento: R$ 440,00 (dois pernoites, todas as refeições e o encontro).

Material necessário: tênis, sunga ou biquíni, toalha de banho, casaco. Fotos de familiares e um objeto que seja significativo para o participante que será trocado em uma vivência.

Informações: 21 99879-8976 e 22 3016-0293
projeto_luz@yahoo.com.br
www.projetoluzterapias.blogspot.com.br