Apresentação

“Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível.” – Carl Jung.

Olá.
Seja bem vindo(a).
Espero que goste.
Luz, Paz e Alegria sempre.
Elizabeth.

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

ESTOU DIRIGINDO A MINHA VIDA

Uma Senda encontramos  Christian Morgenstern

"Quem da meta nada sabe não poderá ter caminho;
estará por toda a vida trotando em redemoinho;
e voltando, enfim, ao ponto de onde havia partido,
a mente da multidão só terá mais confundido.
Quem nada conhece da meta pode ainda aprender,
se com todo o seu fervor a Verdade pretender;
se ainda não submergiu nas águas da vaidade, 
e se não se embriagou do tolo vinho da idade;
Então, pelas coisas secretas haverá, pois, de indagar,
e na conquista da LUZ deverá se aventurar.
“Quem não sabe procurar como faz um pretendente, 
sob o fascínio estará dos sete véus para sempre”.
 Essência floral – ORIGANUM


Nome cientifico – Origanum majorana.
Nome popular – manjerona, amáraco, flor do Himeneu.
Família botânica – labiadas (atuam facilitando a integração da personalidade).
Signatura – originária do nordeste africano, Oriente médio e Índia é uma planta aromática usada como condimento; apresenta-se em touceira com ramos finos verticais, folhas macias e pequenas. Seu uso durante e após a ingestão de carne fortalece o Ego, enfraquecido por seu consumo.
Cor – flores brancas, levemente rosadas ou violáceas.
Uso fitoterápico – estomáquica, anti-espasmódica, vulneraria, tônica e estimulante. Induz o parto e a menstruação. Seu óleo é usado como repositor hormonal em conjunto com os óleos de gerânio e sálvia esclaréia, na menopausa. O banho feito com as folhas é usado no tratamento das doenças reumáticas e osteo-articulares. Como cataplasma é usada no tratamento de contusões, queimaduras, feridas e tumores. Nos conventos seu chá era consumido todos os dias para controlar o desejo sexual pois era considerada um bom anafrodisíaco masculino. Outros pesquisadores relatam suas propriedades afrodisíacas. Cremos ser na realidade uma planta equilibradora da sexualidade. O vinagre feito com a erva é um excelente estimulante.
Uso ritualístico – planta consagrada ao orixá Xangô, usada em banhos de purificação, defumadores para atrair a boa sorte e proteção para a casa. Na mitologia grega a manjerona era uma das ervas favoritas de Afrodite (deusa do amor) e simbolizava a felicidade. Diz uma lenda que o príncipe Amáraco, filho do rei de Chipre, era perfumista. Ao criar uma fragrância rara e especial ficou tão maravilhado que distraiu-se e quebrou o vaso que continha este perfume. Diante da perda deixou-se abater pela tristeza e definhou até morrer. Comovidos, os deuses transformaram seu corpo numa planta aromática que se chamou amáraco, mais tarde conhecida também como manjerona.
Chacras – primeiro, segundo, terceiro e sétimo.
Elemento – terra/Yin.
Estados emocionais – frustração, canalização inadequada dos impulsos e energias, sensação de estar perdido na vida, tédio, dúvidas, insatisfações, vícios; vocação indefinida.
Manifestações físicas – problemas digestivos, alterações no equilíbrio, compulsões, distúrbios ou disfunções sexuais.
Harmonização - iluminação, realização, autodeterminação, vocação, propósito, destino, meta, centramento, clareza, satisfação.
Florais correlatos e/ou similares – Wild Oat (Bach).
Ação nos animais – desenvolve e estimula o faro dos cachorros; equilibra os hormônios.
Afirmação - “ESTOU DIRIGINDO A MINHA VIDA”.
O poema “Uma senda encontramos” reflete com precisão o desequilíbrio da personalidade no estado de Origanum: perda da conexão com o propósito da Alma, sem saber o que quer, tampouco o rumo que deve seguir. Esta desorganização interna pode levar aos vícios, à procrastinação, à indevida canalização e expressão da sexualidade. É uma essência importante nos momentos de decisão, na escolha de profissões, na reorganização dos impulsos internos. Ela nos coloca em contato com o self e estimula a busca e encontro da real satisfação. Desperta o contato com a intuição. Auxilia o aprendizado do uso harmonioso das energias criativas da Alma. 

Cursos permanentes de formação em Terapia Floral nos Sistemas: Minas Gerais, Bach, Califórnia, Havaí, Agnes e Beija-flor. Informe-se.
O estudo acima é parte do curso de formação em Terapia Floral, Sistema de Minas Gerais. 
@souzaelizabethdefatimaterapias

terça-feira, 7 de março de 2017

CURSO DE FORMAÇÃO NO SISTEMA FLORAL BEIJA-FLOR

ESSÊNCIAS FLORAIS DO SISTEMA BEIJA-FLOR  

Sábado dia 25 de março de 2017, das 9 às 17 horas





Com a co-criadora e sintonizadora Elizabeth de Fátima Souza, terapeuta floral, aromaterapeuta, psicoterapeuta reencarnacionista e em TVP, terapeuta de família e comunitária. Reikimaster em Reiki Usui Ocidental e Sensei Shihan em Gendai Reiki Ho.

Histórico do Sistema floral Beija-flor.
Apresentação do Kit da transformação:

Cordiline – limpeza, desobsessão, proteção.
Luz da manhã – libertação das ilusões, autoimagem.
Beijo – ansiedade, impaciência, agitação.
Quaresmeira – auto perdão, renascimento.
Primavera – limpeza do coração, tristeza, nostalgia.
Rosa de Monte Verde – fraternidade, amor, sentido de grupo.
Romã – feminilidade, sexualidade, repositor hormonal.
Sapucaia – sabedoria, auto cura, flexibilidade.
Senhora da Luz – sintonia com a Mãe Celestial e a Mãe Terra.
Rumo – clareza, direção, conexão com o caminho original da Alma.

Apresentação do kit da regeneração - 3 essências florais e uma fórmula composta:

Bastão de Saint Germain – regeneração, força e fé.
Nutrição – autocuidado, energização, aterramento
Manacá da serra - sensibilidade equilibrada, desbloqueio emocional, alegria de viver.
Fórmula emergencial – para ser utilizada nas situações de crise.

Investimento – R$ 386,00 incluso o curso, os dois kits de florais e certificado.

Local – Rua Dois de dezembro, 78/609 – Largo do Machado – Rio de Janeiro.

Número de vagas – 6.


Inscrições antecipadas. 
Telefones: 21 99879-8976 e 22 3016-0293
projeto_luz@yahoo.com.br

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Em busca da simplicidade.




A experiência de sintonia com os seres do Universo é fantástica, maravilhosa, gratificante.
Muitas vezes, nossos companheiros dos mundos mineral, vegetal e animal nos enviam mensagens, passam informações importantes e não escutamos, pois ainda não abrimos suficientemente nossos corações e mentes.
Quero compartilhar com vocês uma experiência que vivi a alguns anos em Itaipuaçú, Niterói- RJ.
Caminhava por entre as plantas numa estrada de terra quando algo me chamou atenção.
Olhei à minha volta e nada vi.
Tentei continuar a caminhada, mas não consegui. Andava alguns passos e sempre voltava ao ponto onde recebi o chamado.
Lembrei das palavras ditas por um amigo raizeiro: “Na mata não basta olhar, os olhos precisam aprender a ver”.
Fechei então os olhos físicos e abri os da mente e do coração, deixei o corpo me levar, percorrendo o espaço. 

Em determinado momento instintivamente me abaixei e toquei uma planta, abri os olhos e vi umas folhas largas que se alternavam umas sobre as outras e bem rasteiro no chão, no centro delas, um brilho. Emocionada afastei-as e, rente ao chão, sobre um frágil caule brilhava uma minúscula flor branca, com o miolo dourado reluzente, em frágeis estigmas que buscavam a luz. Estava escondia sob as folhas de outras plantas.
Então escutei:
“Eu sou a simplicidade. Para chegar a mim precisas retirar tudo o que me recobre. Quantas vezes já me pisaste e nunca conseguiste me enxergar?”
Sentei-me no chão e pensei: “Mas é tão frágil!”.
Quando a toquei percebi que, apesar do caule fino, a raiz era incrivelmente forte para uma flor tão delicada. Aliás, este é o maior fascínio das flores: todas são perfeitas em sua singularidade, assim como cada um dos seres da Criação Divina.
Somos belos, complementares e únicos em nossa missão pessoal. Estamos no tempo certo, no lugar certo, na hora certa cumprindo aquilo que nos foi determinado ou escolhido, de acordo com o que necessitamos aprender.
Quando vacilamos ou nos desvirtuamos, o Universo nos presenteia com socorro imediato que pode vir de muitas maneiras. Uma delas é através do apoio da Mãe Terra e seus inúmeros filhos e filhas.
Naquele momento, entendi que a busca pela simplicidade verdadeira depende de um intenso trabalho que se inicia no olhar para dentro, no afastamento das influências externas, dos preconceitos, do consumismo, das pressões diárias, da manipulação da mídia, das expectativas dos outros.
Senti que quando nos esquecemos de alimentar o nosso âmago nos afastamos de nossa essência.
Foi um momento especial, aquele em que a flor da simplicidade conversava com a minha Alma.
Rapidamente voltei para casa com o intuito de pegar o material para preparar a essência floral. Euforia e uma crescente ansiedade tomavam conta de mim.
Ao chegar não achei o vidro adequado, o conservante, perdi-me em outras coisas e quando percebi já era tarde. Deixei, então, para voltar no dia seguinte.
Acordei com o nascer do sol, preparei tudo e me pus a caminho.
Ao chegar ao local, nada vi, meditei, andei, busquei, mas a flor não estava lá...
Compreendi que na véspera, havia vivido o padrão negativo da flor, procrastinação, indolência, complicação, julgamento.
Em vez de VIVER O MOMENTO, planejei, organizei e reforcei o padrão de afastamento.
Não estava pronta!
De lá para cá muita coisa aconteceu e a lembrança daquele momento nunca me abandonou, sendo uma força no meu caminho de buscadora.
Algumas vezes sonhei com a flor da simplicidade, ansiando pelo nosso reencontro. 
Hoje sei que preciso, nem que seja por um breve momento a cada dia, afastar-me do domínio da mente inferior, aquela que julga, organiza, controla, regulamenta.
Preciso estar no aqui e agora, acordar para o que realmente acontece à minha volta e religar com o Universo.
Valorizar as experiências reais, através da consciência corporal presente, sem influências do passado e expectativas do futuro.
Mas para alcançar o que se descortina preciso enfrentar o que temo, sabendo que é necessário transmutar os padrões que ainda me aprisionam para realmente viver o PRESENTE.
A tragédia acontecida em Nova Friburgo reforçou a lição recebida da flor: 

Complicamos o que é simples, necessitamos menos do que consumimos.
Quem sabe agora ela retorne ao meu caminho!
Espero desta vez sem ansiedade, com esperança e gratidão.