Apresentação

“Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível.” – Carl Jung.

Olá.
Seja bem vindo(a).
Espero que goste.
Luz, Paz e Alegria sempre.
Elizabeth.

sexta-feira, 29 de março de 2024


 

Bom dia.

As vezes as decepções, mágoas e tristezas tem uma função em nossas vidas, a de tomarmos uma atitude e mudarmos nossa direção.
Aquela história que alguns de vocês já ouviram de mim, em conversas.
O pé cresceu e insistimos em calçar um sapato que não cabe.
Dói, faz bolhas e continuamos caminhando com ele apertando, incomodados.
Mandamos colocar na forma para que distenda, mas continua desconfortável.
Até que chega a hora de o aposentarmos, agradecer o tempo que caminhamos juntos e seguir em frente.
O que precisamos é prestar atenção em não protelar esse momento, para não sofrermos mais mergulhados na ilusão de que podemos mudar algo,
A felicidade, o conforto e a paz são nossos direitos divinos,
Abraço reikiano.

sexta-feira, 22 de março de 2024

Como caminhamos na Terra?

  


Estamos vivendo um tempo de grandes mudanças climáticas, desmatamentos, poluição, super-crescimento populacional, restrições econômicas, desaparecimento de espécies animais, violência rural, violência urbana, falta de água e ...

Considerando a Terra nossa Nave Mãe, parece que o combustível está acabando.

Consumimos muito mais do que o planeta produz.

Há milênios estamos gastando as reservas de energia do planeta, não respeitando seus ciclos de regeneração e renascimento.

Perdemos a parceria com as estações, hoje poucos se dão conta de como a sabedoria dos ciclos manteve o equilíbrio hoje bastante comprometido.

Ouvimos diariamente sobre os perigos da devastação da Natureza, sobre a possibilidade cada vez mais próxima da extinção de todos os recursos naturais e conseqüentemente da nossa extinção.

Lemos as noticias, falamos à respeito, especulamos, mas o que concretamente fazemos?

Particularmente não acredito no Fim dos Tempos.

Creio no nascimento de uma nova forma de pensar. Nova?

Desculpe, nova não, antiga como a das civilizações que respeitavam os ciclos planetários, usavam sem desperdiçar e honravam tudo o que habita esse orbe.

Acredito na capacidade humana de amar, aprender, mudar e transformar.

Há alguns anos começamos a resgatar saberes e valores na busca de uma melhor compreensão da nossa participação na Unidade.

É tempo de reaprender com os Antigos.

Algumas nações indígenas, chamam Deus de "O Grande Mistério" e não questionam suas leis.

Acreditam no Pai Céu, na Mãe Terra, no Avô Sol, na Avó Lua, em uma família cósmica composta de todos os seres.

Sentem e sabem que o Universo foi criado e se mantêm por energias cósmicas superiores e que existe uma regra que permeia tudo e todos. Não ferir a UNIDADE.

Gaia, a Mãe Terra é um ser vivo que vibra, sente, intui, trabalha e alimenta todos seus filhos.

Ela nos ensina a todo o momento valores como compaixão, amor, respeito, doação e ainda não aprendemos.

A cada caminhada ou experiência de vida, somos brindados com o seu amor, pois tudo o que necessitamos dela provém. Recebemos, gastamos, usufruímos sem retornar, sem abençoar, sem honrar.

Não percebemos de que forma caminhamos pela vida, de que maneira tocamos os outros e somos tocados por suas Almas.

Não nos damos conta de que a nossa caminhada deixa marcas, e essas serão o nosso legado para as gerações futuras.

A primeira mudança que podemos vivenciar é diariamente atentar para os nossos passos, avaliar as atitudes e a forma como estamos nos relacionando com o planeta.

O que consumimos, desprezamos, desperdiçamos, não valorizamos.

Começar a experimentar um estilo de vida que busca mais simplicidade, menor consumo, mais tranqüilidade, maior respeito.

Vamos sinceramente responder a pergunta: Como caminhamos na Terra? 

Respondida a questão, assumir que é hora de mudar.

O planeta agradece.

quarta-feira, 6 de março de 2024

SINTONIZAÇÃO, INICIAÇÃO OU ATIVAÇÃO EM REIKI

O Reiki é passado para o estudante pelo Mestre de Reiki durante o processo de sintonização. Esse processo abre os chakras da coroa, coração e palmas das mãos, e cria uma ligação especial entre o aluno e a fonte de Reiki.
O processo é dirigido e acompanhado pela egrégora do Reiki e se auto ajusta de acordo com cada aluno. Muitas pessoas relatam experiências místicas durante a sintonização, iniciação ou ativação como: encontros com os Mestres, mensagens pessoais, curas, visões e experiências de vidas passadas.
Durante o ritual, o Mestre de Reiki utiliza uma antiga "técnica tibetana", que liga o indivíduo a níveis mais elevados de consciência e à fonte ilimitada da energia curativa. Ocorre uma ativação nos chakras superiores, fazendo com que a vibração e a frequência dos corpos sutis aumentem e transformem-se passando a níveis mais elevados. Essa expansão da consciência propicia a mudança e elevação do centro de equilíbrio energético, do plexo solar para o chakra cardíaco. Ficamos mais amorosos, humildes e tolerantes.
A cada sintonização aumenta a sensibilidade psíquica, a intuição e a abertura do terceiro olho. Uma vez realizada a iniciação, os canais permanecerão abertos, mesmo que não sejam acessados. O que ocorre é que eles se fortalecem com a prática do Reiki e se enfraquecem pelo desuso, mas basta praticar para acentuar a ligação.
Após a sintonização Reiki se inicia um processo de limpeza de 21 dias, que atua os corpos físico, mental e emocional. Serão 3 dias de purificação e harmonização para cada um dos sete grandes chakras.
São quatro etapas que são feitas no Nível I:
A primeira iniciação harmoniza o coração e glândula timo, ao mesmo tempo em que sintoniza o chakra do coração ao corpo etérico. A segunda a glândula tireoide e o chakra laríngeo (da garganta) que é nosso centro de comunicação. A terceira a glândula hipófise, nosso centro de alta intuição e consciência, e o hipotálamo, que funciona no controle da temperatura do corpo. A quarta aumenta a abertura do chakra coronário, nossa ligação com a consciência espiritual que corresponde à glândula pineal. Essa sintonização final completa o processo, deixando o canal aberto pelo resto da vida.
Cada aluno ou aluna reage de forma diferenciada às sintonizações.
A iniciação precisa ser vivenciada, pois é uma experiência única.
E uma vez reikiano, sempre reikiano!
Mesmo que não utilize o Reiki e seus símbolos, ele vibrará dentro de você e a cada vez que se tocar ou tocar outra pessoa passará essa energia.
Digo aos meus alunos e alunas que após a sintonização eles (as) se tornam um interruptor da Luz Divina, o toque é a ativação.
O primeiro nível de Reiki é chamado de O DESPERTAR, o segundo A TRANSFORMAÇÃO, o terceiro A CONSCIÊNCIA.
A cada nível o aluno passa por um processo de intensa descoberta, auto percepção e mudança.
Ser reikiano ou reikiana é mais do que a “imposição das mãos para curar”, significa vivenciar os 5 princípios do Reiki, ser humilde e entender que o processo de harmonização e cura pertence a cada pessoa, somos apenas instrumentos.
A maior realização e alegria de um Reikimaster é difundir a Luz do Reiki e formar novos reikianos.
Essa é uma das minhas alegrias e motivações, a cada reikiano que sintonizo meu coração de inunda de felicidade.
A todos e todas  desejo muita luz, paz e alegria sempre!
Abraço reikiano.
Elizabeth de Fátima Souza Reikimaster Usui Ocidental e Sensei Shihan em Gendai Reiki Ho (reiki tradicional japonês)
@souzaelizabethdefatimaterapias



quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

ESTOU DIRIGINDO A MINHA VIDA

Uma Senda encontramos  Christian Morgenstern

"Quem da meta nada sabe não poderá ter caminho;
estará por toda a vida trotando em redemoinho;
e voltando, enfim, ao ponto de onde havia partido,
a mente da multidão só terá mais confundido.
Quem nada conhece da meta pode ainda aprender,
se com todo o seu fervor a Verdade pretender;
se ainda não submergiu nas águas da vaidade, 
e se não se embriagou do tolo vinho da idade;
Então, pelas coisas secretas haverá, pois, de indagar,
e na conquista da LUZ deverá se aventurar.
“Quem não sabe procurar como faz um pretendente, 
sob o fascínio estará dos sete véus para sempre”.
 Essência floral – ORIGANUM


Nome cientifico – Origanum majorana.
Nome popular – manjerona, amáraco, flor do Himeneu.
Família botânica – labiadas (atuam facilitando a integração da personalidade).
Signatura – originária do nordeste africano, Oriente médio e Índia é uma planta aromática usada como condimento; apresenta-se em touceira com ramos finos verticais, folhas macias e pequenas. Seu uso durante e após a ingestão de carne fortalece o Ego, enfraquecido por seu consumo.
Cor – flores brancas, levemente rosadas ou violáceas.
Uso fitoterápico – estomáquica, anti-espasmódica, vulneraria, tônica e estimulante. Induz o parto e a menstruação. Seu óleo é usado como repositor hormonal em conjunto com os óleos de gerânio e sálvia esclaréia, na menopausa. O banho feito com as folhas é usado no tratamento das doenças reumáticas e osteo-articulares. Como cataplasma é usada no tratamento de contusões, queimaduras, feridas e tumores. Nos conventos seu chá era consumido todos os dias para controlar o desejo sexual pois era considerada um bom anafrodisíaco masculino. Outros pesquisadores relatam suas propriedades afrodisíacas. Cremos ser na realidade uma planta equilibradora da sexualidade. O vinagre feito com a erva é um excelente estimulante.
Uso ritualístico – planta consagrada ao orixá Xangô, usada em banhos de purificação, defumadores para atrair a boa sorte e proteção para a casa. Na mitologia grega a manjerona era uma das ervas favoritas de Afrodite (deusa do amor) e simbolizava a felicidade. Diz uma lenda que o príncipe Amáraco, filho do rei de Chipre, era perfumista. Ao criar uma fragrância rara e especial ficou tão maravilhado que distraiu-se e quebrou o vaso que continha este perfume. Diante da perda deixou-se abater pela tristeza e definhou até morrer. Comovidos, os deuses transformaram seu corpo numa planta aromática que se chamou amáraco, mais tarde conhecida também como manjerona.
Chacras – primeiro, segundo, terceiro e sétimo.
Elemento – terra/Yin.
Estados emocionais – frustração, canalização inadequada dos impulsos e energias, sensação de estar perdido na vida, tédio, dúvidas, insatisfações, vícios; vocação indefinida.
Manifestações físicas – problemas digestivos, alterações no equilíbrio, compulsões, distúrbios ou disfunções sexuais.
Harmonização - iluminação, realização, autodeterminação, vocação, propósito, destino, meta, centramento, clareza, satisfação.
Florais correlatos e/ou similares – Wild Oat (Bach).
Ação nos animais – desenvolve e estimula o faro dos cachorros; equilibra os hormônios.
Afirmação - “ESTOU DIRIGINDO A MINHA VIDA”.
O poema “Uma senda encontramos” reflete com precisão o desequilíbrio da personalidade no estado de Origanum: perda da conexão com o propósito da Alma, sem saber o que quer, tampouco o rumo que deve seguir. Esta desorganização interna pode levar aos vícios, à procrastinação, à indevida canalização e expressão da sexualidade. É uma essência importante nos momentos de decisão, na escolha de profissões, na reorganização dos impulsos internos. Ela nos coloca em contato com o self e estimula a busca e encontro da real satisfação. Desperta o contato com a intuição. Auxilia o aprendizado do uso harmonioso das energias criativas da Alma. 

Cursos permanentes de formação em Terapia Floral nos Sistemas: Minas Gerais, Bach, Califórnia, Havaí, Agnes e Beija-flor. Informe-se.
O estudo acima é parte do curso de formação em Terapia Floral, Sistema de Minas Gerais. 
@souzaelizabethdefatimaterapias

sábado, 20 de janeiro de 2024

Òké Aro!!!! Salve Oxóssi! Salve a cabocla Jurema!

Òké Aro!!! 
Salve Oxóssi!
Salve as matas da Jurema, do Rompe Mato, do Mata Virgem de todos os caboclos.
A cabocla Jurema é uma entidade guia que chefia uma falange na Linha de Oxóssi. 
Cultuada em todos os cultos afro-brasileiros, ajuda aqueles que necessitam dela com passes de cura e utilizando ervas e pontos riscados.
Dona Jurema, como também é chamada, é muito séria em seu trabalho na crosta terrestre, transmitindo coragem e energia e sempre orientando o consulente com palavras sábias e conforto para aqueles que sofrem.
No dia de hoje meu amor e homenagem à Senhora dos segredos das matas, do poder de cura das ervas e plantas.
Aquela que brilha com o sol e com a lua.
Agradeço a sua proteção, seus conselhos e sua ajuda.
Peço que esteja sempre comigo guiando os meu passos, me dando força e coragem para vencer os desafios de minha Alma no caminho da evolução.
Okê caboclos!
Axé!


Lenda da Cabocla Jurema.

O Sol girou mais uma vez em volta da Terra enquanto os raios da manhã tocaram na sua testa, a cabocla gritou: - Sou Jurema!!


E pulou do galho mais alto da árvore gigante e pareceu voar por entre os pássaros e outros seres alados da floresta; mergulhando no rio profundo; de onde emergiu, nadando com os botos que entendiam seu canto.
Cabocla, filha valente do caboclo Tupinambá. 
Adotada pelo mundo, foi encontrada aos pés do arbusto da planta encantada que lhe deu o nome; e cresceu forte, bonita, como formosura da noite e firmeza do dia. 
Corajosa tornou-se a primeira guerreira mulher da tribo, pois a sua força e agilidade e manejo das armas e da ciência da mata, se tornará uma lenda por todo continente; onde contadores de estórias, aos pés da fogueira, falavam da índia de pena dourada, que era a própria Mãe Divina encarnada.
Nada causava medo na Cabocla, até que um dia ela encontrou seu maior adversário; o amor. Jurema se apaixonou por um caboclo chamado Huascar, de uma tribo inimiga chamada Filhos do Sol, que fora preso numa batalha.
Os dias se passaram e o amor aumentava, pois, o pior de amar não é amar sozinho e sim amar em retorno, pois exige do amado, uma ação em prol do amor.
Pelo olhar o Caboclo Huascar dizia:
"Oh doce Cabocla
meu doce de cambucá
minha flor cheirosa de alfazema
tem pena deste caboclo
o que eu te peço é tão pouco
minha linda Cabocla Jurema
tem pena desse sofredor
que o mau destino condenou
me liberta dessa algema
me tira desse dilema
minha linda Cabocla Jurema"
Jurema que aprendera a resistir ao conto do boto, ao veneno da cascavel e da amadeira, já resistira bravamente a centenas de emboscadas e que sentia o cheiro à distância de ciladas, não conseguiu resistir ao amor que fluía do seu peito por aquele guerreiro. 
Observando o Caboclo preso, ela viu nos olhos dele, as mil vidas que eles passaram juntos, viu seus filhos, o amor que os unia além da carne e percebeu que não foi por acaso, que ele fora o único caboclo capturado vivo, e decidiu libertá-lo, mesmo sabendo que seria expulsa da sua tribo.
Na fuga, seu próprio povo a perseguiu, e em meio a chuva de flechas voando na direção do caboclo fugitivo, foi Jurema que caiu, salvando o seu amado e recebendo a ponta da morte que era para ele, no seu próprio peito.
Conta a Lenda, que o Caboclo Huascar voltou a Terra do Sol e fundou um império nas montanhas andinas e mandou erguer um templo chamado Matchu Pitchu em homenagem a Jurema, onde, só as mulheres da tribo habitariam e lá aprenderiam a serem guerreiras como a mulher que salvara a sua vida.
No lugar onde a Jurema caiu, nasceu uma planta muito resistente que dá flor o ano inteiro, cujo formato exótico e o tom amarelo-alaranjado intenso chamou atenção de todas as tribos, pois tudo dessa planta poderia ser utilizado, desde as sementes, até as flores e o caule; e porque as flores dessa planta estão sempre viradas para o astro maior; ela ficou conhecida como Girassol.



@souzaelizabethdefatimaterapias

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Agradecimento e perdão


Mitakuye Oyasin!

"Eu humildemente peço perdão a todas as pessoas que algum dia eu possa ter ferido consciente ou inconscientemente, seja em pensamentos palavras, escritos ou ações do inicio da minha criação até o momento presente. 

Eu também perdoo todas as pessoas e acolho todas elas com o mais puro amor e da mesma maneira Deus me perdoa e me acolhe com seu imenso amor.

Eu agradeço por todas as minhas relações ".

Arrow!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

Dentro de mim habita uma velha sábia.

Dentro de mim habita uma velha sábia.

Que conhece muitas histórias, magias e segredos.

Ela conversa com os antigos caminhando na linha do tempo.    

Ela sabe o futuro porque lê as entrelinhas do presente.

Conecta-se com o Pai Céu, a Mãe Terra, o Avô Sol e a Avó Lua.

Entende suas mensagens...

Tem ouvidos de ouvir e olhos de ver. 

Eu a escuto e muitas vezes consigo enxergar com os seus olhos.

Hoje ela me disse:

 

“Tudo fala!
Escute, veja e sinta a mensagem do vento que move as folhas de OSSÃE.
Ele voa longe, sem tempo e espaço para contê-lo, tudo vê e sabe.
Ele fala, aprenda a escutá-lo.
Coloque as mãos no chão e sinta ONILÉ, ela é nossa Mãe nutridora, dela nascem os alimentos que servem ao homem.
No seu corpo se desenham os rios onde a água da vida flui sob o comando das YABÁS.
A água rompe, modifica limpa, fecunda a terra, constrói, destrói e sacia a sede.
Converse com a água, ela escuta, tem memória e muita sabedoria.
Invoque seu poder de purificação e lave suas incertezas, dores e medos.
Ela acolherá seu pedido e sua Mãe OBÁ derramará sobre seu Ori muito Axé!
Você é filha da Líder da Sociedade Elekô, da rainha guerreira que soube liderar as mulheres para conquistarem seu verdadeiro lugar no mundo.
Que ama com força, intensidade e usa a paixão pela vida para conquistar os sonhos.
Converse com o fogo, que também é domínio de OBÁ pois pode ser gerado pelas águas revoltas.
Ele purifica, transmuta, transforma queimando o que precisa ser renovado e suas cinzas alimentam a terra para que o novo possa nascer.
Tudo é unidade!
Na conexão com o TODO renove a sua força.
Pois esse é o tempo que há muito é esperado.
De reflexão, renascimento, transformação.
Deixe morrer o que não serve mais ao seu proposto divino.
Não tenha medo!
Confie, não está só!
Olhe ao redor e dentro de si.
Os antigos lhe apoiam e enviam força, amor e fé.
Você é a continuidade dos seus sonhos e esperanças.           

E assim é com todos aqueles que entendem que é tempo de mudar. 

Acreditamos em você!       

Converse com quem quiser escutar. 

Assim eu falei!”

 

Elizabeth de Fátima Souza terapeuta holística

@souzaelizabethdefatimaterapias


segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Consumo consciente, um Ato de Amor

 

Várias pesquisas afirmam que a humanidade já consome 30% mais recursos naturais do que o planeta Terra é capaz de renovar. Se não mudarmos nosso padrão de consumo em cerca de 50 anos precisaremos de dois planetas para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos.

Consumir de forma consciente é saber que podemos afetar positiva ou negativamente o planeta e tudo o que nele habita.


As facilidades que temos com relação à eletricidade, acesso a água tratada, alimentos industrializados nos afastaram da percepção de que tudo isso resulta do uso dos recursos naturais, que são extinguíveis.

Nós brasileiros, por vivermos num país naturalmente rico, não nos preocupamos com a conservação de suas riquezas, tampouco com o impacto da construção de usinas hidrelétricas no aquecimento global ou com o fato de que 20% da energia utilizada vêm de usinas termoelétricas que utilizam carvão para produzir eletricidade, devastando as florestas.

Segundo o professor Luiz Pinguelli Rosa, da pós-graduação e pesquisa de engenharia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), as emissões de gases de efeito estufa mundiais (aqueles que contribuem para o aquecimento global) cresceram 80%, entre 1970 e 2004, e representavam, em 2004, 77% das emissões causadas por atividades humanas. Nesse período, o maior crescimento das emissões ficou com o setor de energia, que aumentou 145%. Apesar disso, segundo a agência internacional de energia (IEA), levando em consideração o ritmo atual, o consumo energético do mundo aumentará em 50% até 2030 (dados do Instituto Akatu).

Precisamos estar atentos, mudar hábitos, abrir mão de facilidades que a médio e longo prazo ajudarão a agravar a crise de consumo.


Algumas sugestões:

-Despertador elétrico - substitua pelo mecânico.

-Luz do quarto acesa - substitua por uma pequena lâmpada tipo abajur, o sono também agradece.

-Chuveiro elétrico - evite o desperdício de água e eletricidade, feche a torneira ao se ensaboar e demore o tempo suficiente paro asseio.

-Barbeador elétrico - troque pela lâmina ou aparelho de barbear.

-Cafeteira elétrica - volte ao velho e bom coador de pano.

-Lavar a louça com água quente da torneira elétrica - que tal um aquecedor solar?

-Utilize somente produtos eletroeletrônicos com o selo Procel (Programa de Conservação de Energia Elétrica), garantia de que consome menos energia elétrica do que outros semelhantes, que não têm selo.

-Fuja da síndrome do edifício enfermo, abra as janelas, deixe a luz e o ar circularem. Evite o uso constante de ar condicionado, a  geração de energia elétrica equivale a 300 kg de emissão de CO2 por ano, ou o equivalente à absorção de CO2 de 62 árvores nativas da mata Atlântica, por cada aparelho. 

-Evite acender lâmpadas desnecessariamente.

-Vista-se de acordo com a temperatura ambiente, evitando o uso de ar condicionado e aquecedor

-Utilize as escadas, melhora a saúde e diminui o consumo de energia dos elevadores.

-Não se esqueça de desligar ar-condicionado, ventilador e aquecedor sempre que for o último a sair do ambiente.

-Evite o consumismo utilizando tudo até o final de sua vida útil, você estará contribuindo para diminuir a demanda por energia, pois para produzir qualquer coisa, é preciso matéria-prima, água e energia.

-Use sempre lâmpadas fluorescentes que consomem menos energia, provocam menor calor, emitem cinco vezes menos CO2 e são mais duráveis.

-Tire da tomada os aparelhos que possuem o recurso de stand-by (TVs, DVDs, aparelhos de som, monitores, impressoras, etc.). O sistema de stand-by chega a responder por até 25% da energia consumida por alguns eletroeletrônicos. 

Divulgue esta ideia: "CONSUMO CONSCIENTE, UM ATO DE AMOR"
 
Você tem mais idéias para diminuir o consumo de energia? 
Coloque em prática, divulgue, participe, nós fazemos a diferença.

@souzaelizabethdefatimaterapias

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Diga-me como amas e te direi quem és.

Tem como medir a evolução emocional e espiritual de alguém?

Podemos dizer que sim através da avaliação de suas atitudes, decisões ou pela forma que se relaciona consigo, com os outros e com a Vida.

Mas um parâmetro importante é observar a sua capacidade de amar.

Quando crianças vivenciamos o amor infantil desenvolvido pelas carências e necessidades.

Nele somos o centro de tudo acreditamos que tudo gira em torno e para o nosso querer.

Um amor egoísta e egocêntrico, na realidade uma primeira experiência pois estamos aprendendo a amar.

Conforme crescemos passamos a perceber que a troca é importante em um relacionamento.

Tomamos consciência de que ao trocar recebemos mais e uma parceria harmoniosa surge do equilíbrio da troca.

E de afetos em afetos vamos experimentando, aprendendo, crescendo.

Até que a fase adulta nos propicia a oportunidade de vivenciar uma nova forma de amor.

Aquele em que a recompensa vem do sentimento do prazer em amar.

A experiência da maternagem e paternagem é o exercício dessa forma de amar, mas outras vivências também podem despertá-lo.

O contato e a experiência de amar dessa maneira tem estreita relação com a autoestima.



Se não conseguimos nos aceitar reconhecer validar nossa singularidade e desenvolver o autoamor como poderemos amar o outro de forma madura, sem carências e exigências infantis?

E aí pode estar a explicação das nossas escolhas afetivas.

Você já se perguntou que tipo de amor busca?

Se o amor que você escolhe é o que sente que merece?

Você vê seu parceiro (a) como é ou como você deseja que ele ou ela seja?

Muitas vezes centrados em fantasias e projeções não conseguimos enxergar e escutar porque o nosso ponto de vista está comprometido.

Não temos consciência de como amamos, do que queremos, do que realmente recebemos.

Fica difícil também ver com clareza como o outro nos ama e avaliar se esse amor  interessa verdadeiramente e pode gerar uma relação harmoniosa e satisfatória para os dois.

O autoconhecimento nos possibilita entender melhor nossas necessidades, desejos e escolhas e assim compreender nossos relacionamentos tendo a possibilidade de reavaliar o amor que desejamos.


 

Elizabeth de Fátima Souza psicoterapeuta. @souzaelizabethdefatimaterapias 


quarta-feira, 13 de setembro de 2023

A lenda das Treze matriarcas das luas cheias


Ao longo dos tempos, entre os Kiowas, Cherokee, Iroquois, Seneca e em várias outras tribos nativas norte-americanas, as anciãs contavam e ensinavam, nos “Conselhos de Mulheres” e nas “Tendas Lunares”, as tradições herdadas de suas antepassadas. Dentre várias dessas lendas e histórias, sobressai a lendas das “Treze Mães das Tribos Originais”, representando os princípios da energia feminina manifestados nos aspectos da Mãe Terra e da Vovó Lua.
Neste momento de profundas transformações humanas e planetárias, é importante que todas as mulheres conheçam este antigo legado para poderem se curar antes de tentarem curar e nutrir os outros. Dessa forma, as feridas da alma feminina não mais se manifestarão em atitudes hostis, separativistas, manipuladoras ou competitivas. Alcançando uma postura de equilíbrio, as mulheres poderão expressar as verdades milenares que representam, em vez de imitarem os modelos masculinos de agressão, competição, conquista ou domínio, mostrando assim, ao mundo um exemplo de força equilibrada, se empenhando na construção de uma sociedade de parceria.
Como regente das treze lunações, as Trezes Matriarcas protegem a Mãe Terra e todos os seres vivos, seus atributos individuais sendo as dádivas trazidas por elas à Terra. O símbolo da Mãe Terra é a Tartaruga e seu casco, formando os treze segmentos, simboliza o calendário lunar.
Conta a lenda que, no início da vida no nosso planeta, havia abundância de alimentos e igualdade entre os sexos e as raças. Mas, aos poucos, a ganância pelo ouro levou à competição e à agressão; a violência resultante desviou a Terra de sua órbita, levando-a a cataclismos e mudanças climáticas. Em consequência, para que houvesse a purificação necessária do planeta, esse primeiro mundo foi destruído pelo fogo.
Assim, com o intuito de ajudar em um novo início e restabelecer o equilíbrio perdido, a Mãe Cósmica, manifestada na Mãe Terra e na Vovó Lua, deu a humanidade um legado de amor, perdão e compaixão, resguardado no coração das mulheres. Para isso, treze partes do Todo foram manifestados no mundo material como as Trezes Matriarcas, representando as treze lunações de um ciclo solar e atributos de força, beleza, poder e mistério do Sagrado Feminino. Cada um por si só e todas em conjunto, começaram a agir para desenvolver às mulheres a força do amor e o bálsamo do perdão e da compaixão que iriam se manifestar em um novo mundo de paz e iluminação, quando os filhos da Terra teriam aprendido todas as lições e alcançado a sabedoria.
Cada Matriarca detinha no seu coração o conhecimento e a visão e no seu ventre a capacidade de gerar sonhos. Na Terra, elas formaram um conselho chamado “A Casa da Tartaruga” e, quando voltaram para o interior da Terra, deixaram em seu lugar treze crânios de cristal, contendo toda a sabedoria por elas alcançada.
Por meio dos laços de sangue dos ciclos lunares, as Matriarcas criaram uma Irmandade que une todas as mulheres e visa a cura da Terra, começando com a cura das pessoas. Cada uma das Matriarcas detém uma parte da verdade representada, simbolicamente, em cada uma das treze lunações. Conhecendo essas verdades milenares e a sabedoria dos ancestrais, as mulheres atuais podem recuperar sua força interior, desenvolver seus dons, realizar seus sonhos, compartilhar sua sabedoria e trabalhar em conjunto para curar e beneficiar a humanidade e a Mãe Terra.
Somente curando a si mesmas é que as mulheres poderão curar os outros e educar melhor as futuras gerações, corrigindo, assim, os padrões familiares corrompidos. Apenas honrando seus corpos, suas mentes e suas necessidades emocionais, as mulheres terão condições de realizar os sonhos.
Falando suas verdades e agindo com amor, as mulheres atuais poderão contribuir e recriar a paz e o respeito entre todos os seres, restabelecendo, assim, a harmonia e a igualdade originais, bem como o equilíbrio da Terra.
Extraído do livro “O Anuário da Grande Mãe” de Mirella Faur, lançado pela Editora Gaia.


Junte-se a nós, participe dos encontros do Círculo de Mulheres do projeto Luz.
Aho!
@souzaelizabethdefatimaterapias

segunda-feira, 21 de agosto de 2023

A verdadeira Cura




A verdadeira cura é a arte de viver.

Viver em plenitude, alegria e harmonia, trilhando o caminho da Unidade (afinal, Somostodosum).

Buscamos a cura externamente, consultamos médicos, técnicos e terapeutas ansiando por diagnósticos para o que sentimos, suspirando ao ouvirmos resumido em poucas palavras o significado de nossas dores.

Então reagimos com alívio, desespero ou desalento.

Buscamos rótulos, receitas, reforçando o pensamento cartesiano, totalmente inadequado aos novos tempos. Então, nova batalha: a procura de tratamentos. “Agora que sei o que tenho é preciso encontrar o remédio certo; aí, tudo vai ficar bem”...

Progredimos muito, tivemos grandes conquistas, com certeza por merecimento, pois evoluímos em muitos aspectos, porém no que diz respeito ao auto-conhecimento e à consciência da Unidade ainda temos muito o que aprender e vivenciar.

Esquecemos ou ignoramos que os nossos pensamentos e ações são a origem de tudo nesta e em vidas anteriores.

Nossas células nos obedecem e agem de acordo com o nosso estado emocional e com nossas crenças. Nosso corpo, na realidade, é um microcosmo, representação de um Cosmo Maior, cujas regras se reproduzem.

O corpo físico é o visível, palpável, mas muitas vezes ignorado. 

Nossos órgãos não entendem duplas mensagens, só a linguagem da harmonia e unidade. Quando recebem informações contrárias, quando as emoções, sentimentos e ações o sobrecarregam, desregulando as glândulas e os sistemas, a doença se instala.

Tomemos, por exemplo, o coração. Ele é o Sol de nosso corpo, nossa vida foi a ele confiada, é a sede do Amor Crístico e da compaixão que é o fio mais forte (ou deveria ser) o que nos liga uns aos outros.

Um herói que trabalha incessantemente bombeando cerca de cinco toneladas de sangue por dia, em harmonia com todos os outros órgãos companheiros. Ele não precisa do comando do cérebro para bater, uma vez arrancado de um corpo continua batendo durante algum tempo. É ele quem purifica o sangue enviando-o para os pulmões, recebendo de volta e redistribuindo para o restante do organismo; assim o cérebro recebe os nutrientes necessários ao comando do corpo.

O nosso querido amigo desenvolve um árduo trabalho e como os outros órgãos não tem crises de soberba, egoísmo, raiva ... pois sabe que todos são importantes e sua função principal é trabalhar em harmonia em prol da Unidade.

E nós como participamos? 

O que podemos fazer para auxiliar?

Manter uma dieta saudável, evitar o uso de substâncias tóxicas, desenvolver atividades físicas e equilibrar as emoções, além de manter vigilância sobre os pensamentos e transformar paradigmas ou crenças inadequadas. Pois a paz da mente e o bom funcionamento do cérebro dependem de tudo isso.

Vivenciar a respiração consciente também é importante, pois através dela aspiramos o princípio vital (chi, prana ou mana) nutridor do nosso sangue.

Não é sem fundamento o fato de que as doenças do sangue estão ligadas aos sentimentos de desalento e tristeza, pois o sangue sem vida e sem calor é daquele que perdeu a alegria, que não respira a vida.

Nas escrituras hindus encontramos a máxima:

“Quando o uso dos sentimentos é purificado, o coração se purifica. Quando o coração é purificado, existe uma constante lembrança do Eu superior. Quando existe uma constante lembrança do Eu superior, todos os vínculos são desfeitos e a liberdade espiritual é alcançada.”

O Cosmos inteiro está contido em cada uma das partes e o corpo é Unidade.

É preciso assumir este milagre que é a vida, ter a coragem de mudar, de retirar do nosso caminho o que nos impede de caminhar e buscar o nosso direito divino de Ser pleno e saudável.

Somente assim ocorrerá a verdadeira transformação e CURA.

@souzaelizabethdefatimaterapias