Apresentação

“Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível.” – Carl Jung.

Olá.
Seja bem vindo(a).
Espero que goste.
Luz, Paz e Alegria sempre.
Elizabeth.

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

VIAGEM AO REINO DO LÁ

                           
A busca pelas terapias como instrumentos curadores é uma realidade cada vez mais constante. 
Lembrando da tríplice dimensão humana, corpo/mente e espírito, do fato de que a doença não existe por si só, sendo consequência da história de vida de cada pessoa (herança genética, ambiente, alimentação, condições emocionais...) e considerando que a reação às medicações e terapias é singular, o que funciona para um não funciona da mesma maneira para outro.  
Pergunto: Qual o papel do terapeuta no processo de cura de uma pessoa?
É no território do inconsciente, NO REINO DO LÁ, que o terapeuta transita.  

Um reino que conhecemos em nosso íntimo e que exerce um grande poder sobre nós, seus caminhos podem ser obscuros, tortuosos, intimidadores; temos medo de trilhá-los, de entender suas dinâmicas, regras e crenças.

  
Somos sempre lembrados de sua existência ao tomar atitudes que não sabemos explicar para nós mesmos, tampouco para os outros.


Quando perguntados sobre o porquê dessas ações, respondemos automaticamente: Sei lá...  no REINO DO LÁ, estão as respostas.    
O terapeuta pode ser um companheiro na jornada até esse reino, auxiliando no clarear da escuridão e recordando ao "viajante" que a luz permanece acesa no interior de cada pessoa, sendo sua responsabilidade alimentá-la.
Ele se torna um espelho que reflete e clarifica para o paciente o que está escondido. Mostrando que a verdadeira cura acontece de dentro para fora e que cada um deve se conscientizar de seu processo.
  
A posição de terapeuta não exige a anulação dos seus sentimentos, mas requer que tenha consciência de suas limitações e desejos para não influenciar ou orientar o paciente segundo suas projeções.


Só assim pode acolhê-lo e acompanhá-lo na busca por uma forma saudável de existir, construindo uma relação benéfica para ambos.
A psicoterapia, os florais, os aromas, os cristais, o Reiki, a  terapia de vidas passadas, são alguns  instrumentos de apoio ao processo terapêutico, facilitadores e sinalizadores importantes nesta transição.
Acredito que: "NINGUÉM CURA NINGUÉM." Somente a própria pessoa tem o poder de se curar.
A questão é que na maioria das vezes não há permissão interna para que o processo de harmonização e cura aconteça, e suas razões não são conscientes. 
Muitas doenças se originam do stress, da angústia e ansiedade que se formam no Inconsciente, nutridas por experiências, crenças e paradigmas negativos e restritivos, dos quais o indivíduo não se dá conta.
Acalmando a Mente consciente e criando um caminho na linha do Tempo para o Inconsciente podemos liberar as memórias reprimidas, buscar as causas ocultas de nossos desequilíbrios, trazê-las a luz da consciência, excluir e reorganizar nossos registros afetivos, sensoriais e emocionais.
A jornada é um desafio para terapeuta e paciente, mas acima de tudo é uma oportunidade aprendizado mútuo, de relacionamento e crescimento.
@souzaelizabethdefatimaterapias

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

O cavalheirismo está em falta?



Está faltando cavalheirismo, gentileza e atenção, nos dias de hoje?

Pelo menos é uma das maiores queixas das mulheres.


Sou de uma geração onde o namoro, a conquista era permeada de pequenas e constantes gentilezas.


Um telefonema de bom dia, rosas, abrir a porta do carro, segurar sua sacola pesada, mimos e delicadezas.


Convites para jantares românticos, dançar de rostinho colado, coisas que deixavam um gosto de quero mais.


Hoje parece que o telefone se tornou obsoleto, mas é tão bom ouvir a voz de quem você gosta. 


Eu detesto torpedos, acho impessoal, um subterfúgio. 


Nem respondo, quer falar comigo? Telefone. 


A INTERNET pode aproximar mas também afastar.


Te admito, te excluo, pronto!


No consultório interajo com homens e mulheres com a mesma queixa: solidão, dificuldade de encontrar um parceiro amoroso.


Parece que estamos vivendo um impasse de falta de comunicação, mas este é um assunto para outra conversa. 


Lembrando que gentileza é bilateral e que uma relação é via de mão dupla.

Ninguém se relaciona sozinho.


Algumas concessões podem e devem ser feitas, mas nunca em detrimento da auto-estima e do respeito.


Se aceitamos menos do que merecemos estamos passando uma mensagem de menos valia, e o pior reforçando no outro um comportamento inadequado.


Mas fica a pergunta.


Será que um homem educado, cavalheiro já nasce pronto?

@souzaelizabethdefatimaterapias


quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Por falar em crise...







A palavra crise em chinês é composta de dois ideogramas que significam "perigo" e "oportunidade". Poderíamos traduzir essa visão oriental para o ocidente, com dois ditados populares:

"Jacaré que fica parado vira bolsa" e "Se a vida der a você um limão, faça dele uma limonada".

A crise é uma porta para o autoconhecimento. Nela somos "obrigados" a encontrar soluções, reavaliando nossos conceitos e posições. Temos que sair de nossa "zona de conforto" e arriscar em novos caminhos. Não porque desejamos, mas porque na falta de outra possibilidade temos que tentar. Senão corremos o risco de virarmos "bolsa" ou deixarmos estragar o "limão".

Acomodamo-nos com facilidade, nos agrupamos de forma nuclear acreditando que os problemas e dificuldades acontecem com "os outros".
Na crise percebemos o grande engano. Nada é nuclear, tudo é integrado.


Então o que falar sobre a crise mundial? 

Economistas, antropólogos, cientistas, políticos respondem com abordagens por vezes díspares, outras complementares. 

Escutamos, analisamos e questionamos, qual a raiz? Qual o nosso papel nesta história?

No mínimo vale uma reflexão sobre o que está acontecendo ao nosso redor. Devastação ambiental, escassez dos recursos naturais, um sistema econômico cruel que privilegia alguns e massacra muitos, desagregação de valores familiares, uso abusivo de drogas, consumismo desenfreado, falta de comunhão social, afetiva, espiritual, etc...

Muita coisa, não é? 

Dá vontade de ficar aguardando melhorar, afinal "Uma andorinha só não faz verão". Pode ser, mas e os gansos?

Gansos? Que gansos? 

Estamos falando de pessoas, de crise mundial, de economia. 

Onde eles entram nessa história?

Eles voam em forma de "V" pois, à medida que cada ave bate as asas cria sustentação para as demais. O bando inteiro aumenta em 71% o alcance de vôo em relação ao de um pássaro voando sozinho. Quando um ganso sai da formação sente morosidade e a resistência do voar sozinho e volta à formação para usufruir o poder de elevação dos que estão à sua frente. Quando o ganso líder se cansa passa para o final da formação, enquanto outro assume a dianteira. Os gansos em formação grasnam para encorajar os que estão na frente e manterem a velocidade. Quando um ganso adoece, se fere ou é atingido, dois saem da formação e acompanham-no para protegê-lo e ajudá-lo. Permanecem com ele até que morra ou seja capaz de voar novamente. Depois, alcançam a formação ou integram-se a outro bando.

Eles nos dão verdadeiras lições de sintonia, humildade, fraternidade, companheirismo, senso de grupo, foco e metas comuns, combinação de dons e talentos, encorajamento, apoio e valorização.

Se quisermos, podemos aprender com eles,  passar por esta situação de perigo, criando e vivendo novas oportunidades.  

Que tal começarmos a...

1. Ter atenção sobre nossas ações, o quanto nos afetam e ao TODO.     

2. Ter disposição para aprender e aplicar o aprendizado, sem culpas e ressentimentos pelos erros cometidos, com responsabilidade e respeito.       

3. Desenvolver a compaixão, que não tem nada a ver com paternalismo ou emocionalismo, mas com as reais necessidades do outro, sem julgamento, com acolhimento e vontade de ajudá-lo a crescer.   

4. Entender que coragem não é a ausência do medo, mas sua consciência e vontade de transformá-lo.     

5. Focar metas que levem ao crescimento não só financeiro, mas principalmente emocional, espiritual, social? Valorizar todas as relações afetivas, profissionais, familiares.   

6. Perceber que a vida é circular. Nascemos, crescemos e morremos em comportamentos, ideais, nas relações e nos propósitos de nossas almas. Morrer é natural, reagir causa dor e doenças.É imprescindível deixar morrer para poder renascer.


7. Experimentar e compartilhar o ensinamento maior que o momento nos traz? Nosso crescimento é o crescimento do outro, muitos nos aguardam para caminhar,  somos constantemente mestres e aprendizes na Ciranda da Vida.

8. Lembrar que estamos onde achamos que merecemos ficar. Rever nossos valores, acessar os paradigmas e crenças que mesmo inconscientes regem nossas vida. Podemos mudar, os instrumentos estão dentro de nós. Se não conseguirmos entrar em contato com essa verdade, buscar auxílio é uma opção importante.          

9. Analisar o que significa ter prosperidade, qualificar os ganhos, avaliar as perdas e focalizar no que é BOM e JUSTO para todos.      

10. Os espaços físicos e temporais são ilusões criadas nesta dimensão. Na realidade estamos todos ligados, somos Elos de uma grande malha universal. Enquanto houverem elos enfraquecidos, a luz desta malha não poderá brilhar com intensidade. Veremos aqui e ali que ela reluz, mas em muitos espaços ainda há escuridão.

Quando conseguirmos passar força e energia a cada Elo, independentemente de sua localização ou distância, estaremos finalmente cumprindo nossas missões.

Até lá observemos os Elos mais próximos, nossa família, nossos amigos, nosso trabalho, nossa comunidade, o ambiente no qual vivemos, enfim...

Creio que para começar é importante nos situarmos como Elo e a partir disso emitirmos energia e luz, estabelecendo ações construtivas e estando disponíveis para receber e trocar.

Evocando os gansos: HONK, HONK, HONK. 

 "Tudo o que ajuda a manter o equilíbrio da Terra e alimentar sua vitalidade deve ser valorizado e assumido como forma de regeneração e salvação". Eduardo Sejanes Cezimbra

@souzaelizabethdefatimaterapias

sábado, 6 de julho de 2024

Encontro do Círculo de mulheres do Projeto Luz Sétima Lunação, Lua em Capricórnio – Sol em Câncer



Facilitadora - Elizabeth de Fátima Souza, terapeuta junguiana, holística e consteladora familiar. focaliza círculo de mulheres de 2001. 


“Mãe mostra-me como amar, além do meu medo humano.                                                          Ensine-me todas as alegrias da vida e permita-me                                                                          encontrar o prazer das mãos gentis de um amante.                                                                        Deixe-me entender a sabedoria de respeitar sem exigências.                                                      Oh! guardiã do perdão.                                                                                                                     Ensina-me a ver além dos julgamentos mesquinhos que sustentam a dignidade humana. Eu vou aprender seu remédio,                                                                                          Mãe amante amiga, e ensinarei aos outros como amar e a curar seus corações partidos.” 

Canção da matriarca do plenilúnio de julho. Jamie Sams.

Câncer - signo de água regido pela própria Lua – emoção, sensibilidade, necessidade de segurança e proteção, apego à família, a casa e ao passado.   
Capricórnio - signo de terra- disciplina, organização, praticidade, tenacidade, seriedade, dificuldade em expressar sentimentos e se relacionar.

Essa combinação favorece o retorno às raízes familiares, ancestrais, espirituais e a abertura psíquica para receber orientações do seu Eu Divino, dos ancestrais e guias. Equilibrando com a energia telúrica de Capricórnio e a estrutura saturniana facilita direcionar a sensibilidade psíquica da água e da Lua.

Matriarca da Sétima Lunação: "Aquela que ama todas as coisas" - guardiã do amor incondicional e da compaixão em todas as manifestações da vida. Ensina o auto amor e a quebrar os padrões de dependência. Auxilia-nos a encontrar nossa criança interior e curar suas feridas.
Elementos correspondentes:
Deusas: Rhea, Gala, Coatlicue, Demeter/Ceres.
Anjos: Tzaphkiel, Yramael e Gabriel. Orixás: Yorimá (pretos velhos), Yemanjá, Onilé e Nanã. Cores: escuras.
Flores: flores de trombeta, papoula ou íris.
Plantas: tuia, hera, salgueiro, artemísia, avenca, lagrimas de Nossa Senhora. Incensos: limão, pinho, cipreste, mirra.
Cristais: ônix, obsidiana, cristais esfumaçados ("fume"), objetos de prata.
Afirmação: Sinto-me segura, liberta das preocupações e influências negativas do passado. A Grande Mãe me apoia, orienta e ilumina sempre”.
Local: Sítio do beija-flor – Rua Érico Hees sem número Córrego Dantas, Nova Friburgo - RJ.
Atividades: Aberturas de 3 oráculos individual e do grupo, ritual da fogueira (transmutando o passado), harmonização dos chacras, rituais de limpeza de registros e resíduos emocionais e energéticos negativos, rituais de proteção. Todas as atividades serão acompanhadas de vivências com essências florais, óleos essenciais e meditações.
Data: Início às 9 horas do dia 16 de julho (sábado), término às 17 horas do dia 17 de julho (domingo).
Número máximo de participantes – seis mulheres.
Material necessário: levar roupas bem femininas, agasalho, material de uso pessoal e tudo o que você quiser transmutar na fogueira (fotos, papéis, etc.…).
Investimento - Informe-se, inclui alimentação (dois cafés da manhã, dois almoços, um jantar e lanches), hospedagem, vivências e material do encontro. O transporte poderá ser solidário, carro ou ônibus. A reserva só será feita mediante o pagamento.
Informações e reservas - Projeto LUZ - 21 9879-8976.

@souzaelizabethdefatimaterapias

sexta-feira, 7 de junho de 2024

O arquétipo da Deusa Anciã, a lua minguante, o outono e o inverno



O arquétipo da Deusa anciã, a lua minguante, o outono e o inverno.


Para Jung o inconsciente coletivo é a instância psíquica mais profunda que armazena experiências que não são nem pessoais e nem individuais, mas imagens primordiais ou arquetípicas e também os instintos, que não podem ser acessados voluntariamente porém, manifestam-se em sonhos, mitos e fantasias de maneira simbólica.  


As deusas habitam o inconsciente coletivo como arquétipos.


Elas se apresentam em sua forma tríplice, A DONZELA, A  MÃE  E  A  ANCIÃ e se manifestam em determinados momentos ou situações de nossas vidas de forma mais ativa.


As deusas também se relacionam com as fases da lua.


O envelhecimento e morte são representados pela lua minguante, tempo de analisar, tomar consciência e transformar para criar na lua Nova. 


Sua regente é a deusa anciã, a mulher sábia, senhora da transformação, aquela que tudo vê...


Nessa face da lua o poder feminino se completa, a mulher sábia é a senhora das lendas, das histórias, conhece todos os caminhos do mundo e todas as magias. 

Ela é gentil e firme, a avó doce ou a bruxa sarcástica.


Simboliza fim de ciclo, a necessidade de avaliar o que merece renascer e o que deve morrer nos relacionamentos de família, amizades, trabalho. 


Tudo deve ser purificado, finalizado.


Conectamo-nos com esta face da Deusa sempre que buscamos conhecimento, que nos aprofundamos em algum determinado assunto ou quando passamos por dificuldades que exijam sabedoria para serem superadas.


A face Anciã está relacionada ao outono e ao inverno, momento em que as árvores perdem suas folhas e a natureza se prepara para usar sabiamente seus recursos para preservar a vida. 


Correspondências:


Fase Lunar: Lua minguante, conhecimento, consciência, sabedoria, desapego e renovação.

Elemento: Água.

Ponto cardeal: Oeste.

Deusas: Baba Yaga, Héc: Outono e inverno.


Elizabeth de Fátima Souza terapeuta junguiana, holística e facilitadora de círculos de mulheres.


@souzaelizabethdefatimaterapias


quinta-feira, 16 de maio de 2024

Vantagens e Benefícios do Reiki


• O Reiki é uma energia sem polaridade, não é yin nem é yang é neutra.
. O princípio prioritário, auto-cura. Cura-te a ti mesmo.
• O reikiano coloca as mãos no receptor e a energia flui na intensidade e na qualidade determinada pelas necessidades do paciente. Ou seja, o reikiano é um canal de Luz o processo de harmonização se dá no corpo de quem recebe e independe de qualquer julgamento ou manipulação de quem canaliza a energia.
• O treinamento da técnica é rápido podendo ser aprendido e praticado por pessoas de qualquer idade, inclusive por pessoas doentes.
• Não é um sistema religioso, filosófico com restrições ou tabus. Não utiliza talismãs, mentalizações ou qualquer outro objeto para sua aplicação prática. O Reiki não entra em conflito com nenhuma crença religiosa. Cristãos, judeus, muçulmanos ou pessoas ligadas a qualquer outra tradição religiosa podem fazer uso da energia Reiki sem maiores contradições.
• O Reiki não é um "placebo", não é o efeito psicológico que cura as pessoas na prática do Reiki. O receptor pode estar dormindo e nem saber que está sendo tratado e mesmo assim o Reiki funcionará.
• A eficácia do Reiki não depende da fé. O Reiki pode ser aplicado em animais e plantas, eles não têm a fé racional, mas mesmo assim se beneficiam e se auto-curam.
•O reikiano não necessita conhecer a doença ou o diagnóstico para ministrar o Reiki, o processo de cura é acionado a partir do contato com o receptor. O corpo sabe a energia que precisa e onde a necessita.
• O Reiki é compatível com todos os tratamentos e terapias aumentando seus efeitos positivos e diminuindo os negativos.
• A energia Reiki atende o homem em sua tríplice dimensão – corpo, mente, espírito. Harmoniza o campo áurico, os chakras, desbloqueia os nadis e os canais elétricos do corpo.
• Promove expansão de consciência, levando a pessoa a prestar mais atenção em si mesmo. Expandir a consciência nada mais é do que ampliar a sensibilidade a níveis mais sutis para permitir ao homem se posicionar a cada dia em um patamar superior.
. Atua no tempo e no espaço permitindo atuar à distância, limpar e reprogramar situações do passado e programar positivamente eventos futuros (nível 2 em diante).
• Reiki não visa apenas a supressão da patologia, mas a volta a um estado natural e desejável de bem estar e felicidade. A cura através do Reiki é um processo de transformação energética e não de simples supressão dos sintomas.
• O reikiano é um facilitador do processo de cura. Ninguém cura ninguém, só a própria pessoa pode curar a si mesma, e o papel do reikiano é o de canalizar e facilitar o processo aumentando a energia de cura do paciente acelerando o processo de cura. Eu gostaria de dar aqui um exemplo bem simples: se uma criança sofre uma queda e esfola o joelho, a mãe pode acariciá-la e dar-lhe amparo, um médico pode fazer o curativo, mas somente o organismo da criança pode sanar o problema criando uma casca no local ferido.
O Reiki melhora o fluxo de energia Ki pelo corpo. A cura é promovida pelo próprio paciente, através da ativação do sistema imunológico e do restabelecimento do fluxo da energia pelo corpo.
• Reiki energiza e não desgasta o reikiano.
• O Reiki pode ser utilizado a qualquer momento do dia e em qualquer lugar, pois é uma técnica extremamente prática, trabalhando para melhorar a qualidade de sua vida sem que você tenha que fugir da sociedade.
• O Reiki não acarreta custo operacional direto para o seu uso.
• O Reiki não desenvolve nenhum tipo de dependência entre o professor e o aluno, o terapeuta e o paciente.
• Reiki pode ser utilizado para limpeza de ambientes.
• O Reiki é uma metodologia prática. Por maior que seja a quantidade de conhecimento e informações acumuladas, é a prática que faz o agente de cura. Não existe nada que substitua a prática e cada cura constitui-se numa lição para ambas as partes.
• Reiki está inserido no contexto das práticas terapêuticas alternativas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), através do decreto "Alma Ata de 1962".
• A fonte de energia do Reiki é o Cosmos, provém de Deus, sendo ilimitada.
 Elizabeth de Fátima Souza - Reikimaster Usui e Sensei Shihan em Gendai Reiki Ho.
@souzaelizabethdefatimaterapias

quarta-feira, 17 de abril de 2024

"O COITADO DE MIM"

 
O vitimismo ou vitimização é a negação da capacidade humana de se relacionar.

Nossa postura na vida está diretamente ligada às relações sociais e afetivas, ou seja, o que somos e como nos relacionamos com os outros, família, trabalho, amigos, colegas, sociedade...

Sentir-se vítima é sentir-se esmagada pela realidade, ver o mundo como algoz ou um céu nublado com ameaça de chuva.

Entender a realidade de forma obliterada, escura, conectando-se mais com a Sombra do que com a Luz.

Sentir-se incapaz de encontrar um caminho para as soluções, andar em círculos e por conta desta falta de foco transferir para o outro, para as circunstâncias, para a Vida a responsabilidade de seus problemas.

Aliás, a vítima é perita em justificativas, procura dominar esta arte de reforçar sua condição, pois ao constantemente justificar-se transforma a causa real de suas dificuldades em injustiças e assim não cresce.

Passa a ser um imã que atrai o que não deve, o que não suporta, o que não dá certo.

Queixa-se de incompetência e é verdade, ela reside no fato de não assumir a responsabilidade de seus problemas.

Reclama muitas vezes da solidão, uma condição frequente, pois se torna energeticamente pesada, difícil de lidar, ao querer que os outros mudem, apontar, criticar e questionar sempre o próximo e não procurar conhecer a si mesma, investindo numa verdadeira MUDANÇA.

Tem a fantasia de que o outro é responsável por sua felicidade.

E como isto não é verdadeiro acontecem a decepção, a infelicidade, o sofrimento, a mágoa, o isolamento.

Chamamos a postura de vítima de “o Coitado de mim” que é uma persona, uma máscara usada para não assumir a realidade da forma como ela se apresenta.

Ela esconde o medo de crescer, de mudar, de assumir emoções, sentimentos, responsabilidades.

Nossas limitações e dificuldades não podem ser transferidas para o outro além disso, não temos controle sobre os relacionamentos, sobre a Vida.

Lidar com esta descontinuidade é o exercício maior para o crescimento emocional e espiritual.

As relações são bilaterais, assim como tudo no Universo é dual.

Somos Nós e tudo o que nos cerca.

Esta inter-relação é a base de tudo.

O "Coitado de mim" usa o outro para justificar as suas limitações e se acomoda na vitimação, usando-a como forma de controle.

É intolerante com a imperfeição, portanto renega o crescimento, pois não tolera cometer erros e viver é aprender por erros e acertos.

Sofre de constante tortura, consumindo-se no que acredita que deve ser, no que o outro deve fazer, no que deve acontecer.

Não aceita, nem respeita a liberdade de escolha, o tempo do outro, o outro como ele realmente é.

O mundo deve ser o que imagina e planeja, mais uma forma de evitar o contato com a realidade.

Acredita nas projeções e desejos que não vive, ou viveu.

A aparente fragilidade do “Coitado de mim” é perigosa, sob esta pseudodebilidade, esta falsa humildade, se esconde uma pessoa orgulhosa, perfeccionista e controladora.

Não se perdoa por não alcançar seu ideal de perfeição e estabelece então uma forma distorcida de comunicação e relacionamento com a Vida.

Ele é bom, os outros é que não prestam.

Ele sofre, porque os outros são errados.

Eles é que tem que mudar.

E o círculo se forma, a vítima sofre, seu sofrimento faz os outros sofrerem, e ficam todos enrodilhados nessa energia.

Esse drama na maioria das vezes é inconsciente.

Esta persona pode começar a ser usada muito cedo, na infância, quando as primeiras relações afetivas são construídas.

Dependendo de suas referências a criança começa a crer que o mundo é muito assustador, e a única maneira de agir aceitável é conseguir a simpatia através da culpa e das rejeições que espelha ou denuncia.

Acredita que não pode confiar nas pessoas, que cedo ou tarde terá decepções.

E por conta desta crença, atrai justamente o que teme.

O Universo responde produzindo a energia esperada e o drama se consolida.

A retomada do caminho do equilíbrio se dá com o empoderamento pessoal, a consciência da própria força para quebrar os elos desta armadilha.

Se posicionar como agente do seu destino, aceitar as diferenças, as dificuldades, crescer.

Sair do passado, focar no presente, entregar o futuro.

As dificuldades da Vida são necessárias ao nosso desenvolvimento. Nossas Almas caminham sempre na direção do aprendizado e crescimento através das diversas experiências, da vivência dos variados papéis.

Somos, filhos e filhas, irmãos e irmãs, pais e mães, avôs e avós e ...
Assim aprendemos, aparamos nossas arestas, lidamos com as frustrações,com as alegrias, as tristezas, as conquistas.

Só podemos crescer naquilo que nos pertence, o caminho da evolução é individual e de competência própria.

@souzaelizabethdefatimaterapias

 

 

sexta-feira, 29 de março de 2024


 

Bom dia.

As vezes as decepções, mágoas e tristezas tem uma função em nossas vidas, a de tomarmos uma atitude e mudarmos nossa direção.
Aquela história que alguns de vocês já ouviram de mim, em conversas.
O pé cresceu e insistimos em calçar um sapato que não cabe.
Dói, faz bolhas e continuamos caminhando com ele apertando, incomodados.
Mandamos colocar na forma para que distenda, mas continua desconfortável.
Até que chega a hora de o aposentarmos, agradecer o tempo que caminhamos juntos e seguir em frente.
O que precisamos é prestar atenção em não protelar esse momento, para não sofrermos mais mergulhados na ilusão de que podemos mudar algo,
A felicidade, o conforto e a paz são nossos direitos divinos,
Abraço reikiano.

sexta-feira, 22 de março de 2024

Como caminhamos na Terra?

  


Estamos vivendo um tempo de grandes mudanças climáticas, desmatamentos, poluição, super-crescimento populacional, restrições econômicas, desaparecimento de espécies animais, violência rural, violência urbana, falta de água e ...

Considerando a Terra nossa Nave Mãe, parece que o combustível está acabando.

Consumimos muito mais do que o planeta produz.

Há milênios estamos gastando as reservas de energia do planeta, não respeitando seus ciclos de regeneração e renascimento.

Perdemos a parceria com as estações, hoje poucos se dão conta de como a sabedoria dos ciclos manteve o equilíbrio hoje bastante comprometido.

Ouvimos diariamente sobre os perigos da devastação da Natureza, sobre a possibilidade cada vez mais próxima da extinção de todos os recursos naturais e conseqüentemente da nossa extinção.

Lemos as noticias, falamos à respeito, especulamos, mas o que concretamente fazemos?

Particularmente não acredito no Fim dos Tempos.

Creio no nascimento de uma nova forma de pensar. Nova?

Desculpe, nova não, antiga como a das civilizações que respeitavam os ciclos planetários, usavam sem desperdiçar e honravam tudo o que habita esse orbe.

Acredito na capacidade humana de amar, aprender, mudar e transformar.

Há alguns anos começamos a resgatar saberes e valores na busca de uma melhor compreensão da nossa participação na Unidade.

É tempo de reaprender com os Antigos.

Algumas nações indígenas, chamam Deus de "O Grande Mistério" e não questionam suas leis.

Acreditam no Pai Céu, na Mãe Terra, no Avô Sol, na Avó Lua, em uma família cósmica composta de todos os seres.

Sentem e sabem que o Universo foi criado e se mantêm por energias cósmicas superiores e que existe uma regra que permeia tudo e todos. Não ferir a UNIDADE.

Gaia, a Mãe Terra é um ser vivo que vibra, sente, intui, trabalha e alimenta todos seus filhos.

Ela nos ensina a todo o momento valores como compaixão, amor, respeito, doação e ainda não aprendemos.

A cada caminhada ou experiência de vida, somos brindados com o seu amor, pois tudo o que necessitamos dela provém. Recebemos, gastamos, usufruímos sem retornar, sem abençoar, sem honrar.

Não percebemos de que forma caminhamos pela vida, de que maneira tocamos os outros e somos tocados por suas Almas.

Não nos damos conta de que a nossa caminhada deixa marcas, e essas serão o nosso legado para as gerações futuras.

A primeira mudança que podemos vivenciar é diariamente atentar para os nossos passos, avaliar as atitudes e a forma como estamos nos relacionando com o planeta.

O que consumimos, desprezamos, desperdiçamos, não valorizamos.

Começar a experimentar um estilo de vida que busca mais simplicidade, menor consumo, mais tranqüilidade, maior respeito.

Vamos sinceramente responder a pergunta: Como caminhamos na Terra? 

Respondida a questão, assumir que é hora de mudar.

O planeta agradece.